Permanecer com XP é má ideia para empresas, alerta IDC


Qual é o melhor sistema operacional para os negócios? Se você perguntasse à Microsoft, provavelmente esperaria que eles pregassem as virtudes do Windows 8, que chega no fim do ano para PCs e tablets.

Mas para as empresas que ainda rodam o antiquado Windows XP, o Windows 7 é a atualização lógica, pelo menos de acordo com comunicado institucional escrito pela consultoria IDC e patrocinado pela Microsoft.

O documento, chamado “Atenuando riscos: por que continuar com o Windows XP é uma má idéia”, é o mais recente passo da cruzada contínua da Microsoft em enfiar uma estaca no coração do XP.

Então, o que o relato diz? Basicamente o que você esperaria. “A IDC constatou que a base de TI e os custos para o usuário final que continuam usando o Windows XP estão agora cerca de cinco vezes maior do que o custo para a execução do Windows 7″, escreveu Erwin Visser em 24 de maio em um post no blog do Windows.

Sim, mas como o Windows 8, que é radicalmente redesenhado para a interface Metro, se ajusta ao ciclo de atualização dos negócios?

Visser escreve que “migrar agora para o Windows 7 irá fazer com que as empresas abracem bem o Windows 8 no futuro, já que o IDC descobriu que tudo indica neste momento que a migração do Windows 7 para o 8 será transparente para os aplicativos e não impactante para o hardware existente”.

Outro possível cenário: as empresas ignorarem completamente o Windows 8 e esperarem o Windows 9 por alguns anos, principalmente se os benefícios da mudança do 7 para o 8 não valerem a pena pela despesa e pelo trabalho de atualização.

O Windows XP está lentamente sendo substituído pelo Windows 7, mas não rapidamente como a Microsoft gostaria. De acordo com a empresa de análise Net Applications, o Windows XP possuía percentual de uso de 46% de todos os sistemas operacionais rodando em desktops em abril deste ano, enquanto o Windows 7 possuía pouco menos de 39%.

A Microsoft irá acabar com seu apoio ao XP em abril de 2014, prazo em que a empresa espera fazer com que os consumidores finalmente larguem o antigo sistema operacional. Por enquanto, o Windows 7 é a melhor escolha, e pode muito bem continuar sendo mesmo depois do lançamento do Windows 8.

Fontes e Direitos Autorais: Jeff Bertolucci, PC World/EUA – 28 de maio de 2012 – 10h00.

FIA atualiza portal e aprimora gestão de conteúdo com solução Microsoft


A Fundação Instituto de Administração (FIA) reformulou, em janeiro deste ano, seu portal para garantir mais facilidade na organização, gestão e publicação do conteúdo. Acessada por alunos, professores, pesquisadores e interessados em serviços de consultoria, o site da instituição tinha navegação difícil e, internamente, era administrado por uma série de profissionais.
O gerente de marketing da FIA, Roberto Alonso, explica que eram milhares de páginas para serem gerenciadas, o que tornava o trabalho lento e complicado. “Cada informação estava em uma página diferente, e a estrutura não permitia alterações simples”, conta.
Depois de analisar websites de universidades em todo o mundo, o Departamento de Tecnologia da Informação da FIA percebeu que era hora de evoluir e encontrou a solução na plataforma de colaboração Microsoft SharePoint. “Queríamos uma plataforma amigável, colaborativa e com design adequado ao nosso posicionamento”, lembra Alonso.
De acordo com a FIA, o portal trouxe mais facilidade na organização, gestão e publicação do conteúdo. Houve ainda aumento no número de páginas visitadas, já que as informações são encontradas com mais rapidez e clareza, garante o executivo. “Houve um salto de qualidade na comunicação com todos os públicos estratégicos da instituição”, assinala Paes.
A FIA também conseguiu reduzir significativamente o número de páginas administradas. “O portal agora representa a imagem da instituição: uma escola de negócios com um conteúdo diferenciado e nobre”, finaliza Alonso.

Fontes e Direitos Autorais: ComputerWorld – Da Redação – 29 de maio de 2012 – 09h00.

‘Windows 8 é o trabalho mais importante que fizemos’, diz Ballmer


O próximo Windows irá representar “uma aurora de renascimento” do sistema operacional da gigante de Redmond, de acordo com o presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer.

Discursando nesta semana no Seoul Digital Forum na Coreia do Sul, Ballmer previu que mais de 500 milhões de usuários utilizarão o Windows 8 no próximo ano, segundo o relatório da Agência France-Presse (AFP).

Chamando o Windows 8 de “a peça mais importante de todo trabalho que já fizemos”, Ballmer disse que o espaço de computação em nuvem, em expansão, será controlado por algumas plataformas principais, incluindo Windows, ambientes móveis e desktops da Apple, e “várias formas de Linux” – uma referência ao Android.

A versão Consumer Preview do software já está disponível para download, e uma “Release Preview” mais elaborada está programada para chegar no mês que vem. Espera-se que os tablets que executam o sistema operacional façam sua estreia durante a temporada de compras de natal deste ano. Segundo a AFP, Ballmer buscou desenvolvedores de software e fabricantes de hardware para o Windows 8 dizendo que agora era a “melhor oportunidade econômica” para se juntar à plataforma.

O novo sistema terá quase que certamente boas vendas no mercado da Microsoft de laptops e desktops tradicionais, assim como quase todos os PCs novos com Windows virão com o Windows 8 pré-instalado. O mercado de tablets, atualmente dominado pelo iPad da Apple, no entanto, é outra história. A empresa de Redmond calculou mal a procura dos consumidores por tablets e está desesperadamente tentando ganhar um “lugar ao sol” no mercado.

A boa notícia para a Microsoft é que os produtos com Android, além do Kindle Fire da Amazon, ainda têm de entrar no ritmo dos usuários, tanto do consumidores pessoais como os de empresas. Se o Windows 8 cumprir sua promessa como um sistema operacional móvel, poderá em breve tornar-se um jogador no mercado dos tablets.

Fontes e Direitos Autorais: Jeff Bertolucci, PC World/EUA – 25 de maio de 2012 – 12h07.

Quer ingressar em Harvard ou MIT sem sair do Brasil?


Ingressar nas famosas universidades de Harvard ou Massachusetts Institute of Technology (MIT) é um sonho de muitos profissionais para dar um upgrade no currículo. Agora será possível estudar nessas instituições sem ter que viajar para os Estados Unidos, onde as duas entidades estão localizadas. Ambas anunciaram uma parceria para oferecer cursos por e-learning a alunos que estejam em qualquer lugar, desde que tenham acesso banda larga. As aulas serão ministradas gratuitamente.

As duas instituições criaram uma plataforma de e-learning baseada em código aberto para oferecer cursos pela internet. Elas investiram 60 milhões de dólares no projeto batizado edX. Os cursos começam ainda este ano durante o outono nos Estados Unidos.

A edX vai funcionar como uma organização sem fins lucrativos para entregar conteúdo pela web. O empreendimento será controlado por Harvard e MIT. A tecnologia que vai suportar edX é baseada em uma plataforma de e-learning criada pela MIT e que foi lançada em dezembro do ano passada chamada MITx.

A edX oferecerá inicialmente cursos específicos ministrados por Harvard e MIT. Com o tempo, a organização espera incluir cursos de outras universidades, permitindo que outras instituições adicionem recursos à plataforma, já que se trata de uma tecnologia aberta.

“Vamos abrir a fonte de todos os nossos software para o mundo de modo que todos poderão usar a plataforma em qualquer lugar que quiser”, disse Anant Agarwal, presidente da edX e diretor de Ciência da Computação do MIT.  O time da nova organização vai ajudar escolas que quiserem oferecer conteúdo pela edX.

Interatividade

A edX pretende se diferenciar de outras arquiteturas de ensino a distancia, informaram os representantes de Harvard e MIT durante entrevista à imprensa na semana passada. Eles informaram que a plataforma é bastante interativa e vai além de instruções em vídeo. Enquanto vídeos serão oferecidos, os alunos poderão fazer testes, participar de laboratórios on-line, se comunicar com outros estudantes e professores, entre outros recursos, disse Agarwal.

A edX será “verdadeiramente uma experiência diferenciaida,” garante Susan Hockfield presidente do MIT. Ela observou que existe um forte interesse na educação pela web. Um piloto do curso foi oferecido pelo MITx na primavera passada e atraiu uma quantidade de inscritos quase igual a de cursos tradicionais.

A educação on-line pode ser vista como uma ameaça ao sitema tradicional, mas Suzan ressalta que a edX quer ser uma aliada dos cursos convencionais. A plataforma vem com a missão de complementar o aprendizado nas salas de aula.

A edX oferece “uma oportunidade sem precedentes para compreender como aprendemos”, disse reitor de Harvard Alan Garber, que vai levar para web os cursos on-line ministrados pela HarvardX. “Trata-se de aprender a usar a sala de aula de forma mais eficaz.”

Ao final do curso, as pessoas receberão um certificado de conclusão da edX. Porém, o diploma não leva o selo de Harvard nem do MIT. As duas ainda vão definir quais cursos serão oferecidos pela edX. Harvard prevê faculdade de saúde pública, direito, artes e de ciências, entre outras.

Fontes e Direitos Autorais: Fred O’Connor, IDG News Service (Boston Bureau) – Maio/2012.

‘Supervírus’ espião é o mais complexo já descoberto


Meses depois do Stuxnet, vírus que atingiu o programa nuclear do Irã, uma nova – e mais sofisticada – ciberarma foi descoberta. De acordo com pesquisadores da Kaspersky, a complexidade e a funcionalidade do programa malicioso recém-descoberto são superiores aos de todas as ciberameaças conhecidas até o momento. O malware foi identificado pelos especialistas da empresa russa durante uma investigação realizada para a International Telecommunication Union (ITU).

O programa malicioso, chamado de Worm.Win32.Flame pela companhia, é projetado para realizar espionagem virtual. Ele pode roubar informações valiosas, incluído, mas não limitado a, conteúdos de um computador, informações em sistemas específicos, dados de contatos e até conversas em áudio.

A pesquisa foi iniciada pela ITU e pela Kaspersky depois de uma série de incidentes com outro malware destrutivo, e ainda desconhecido,– apelidado de Wiper – responsável por apagar dados de um elevado número de computadores na região do Oriente Médio (veja mapa). As pesquisas sobre este malware ainda não foram concluídas. Porém, durante sua análise, os especialistas, em conjunto com a ITU, depararam-se com o novo malware, conhecido agora como Flame.

 

Países mais atingidos pelo vírus Flame

Resultados preliminares indicam que este programa malicioso está sendo disseminado há mais de dois anos, desde meados março de 2010. Devido à extrema complexidade, além da natureza de seus alvos, nenhum software de segurança tinha conseguido detectá-lo até agora, diz a empresa.

Embora as características do Flame diferem das primeiras ciberarmas, como o Stuxnet e o Duqu, a geografia dos ataques, o uso de vulnerabilidades em softwares específicos e o fato de que só computadores selecionados serem atacados indicam que este malware pertence à mesma categoria de “super-ciberarmas”.

“O Stuxnet e o Duqu pertenciam a uma única cadeia de ataques, o que levantou preocupações relacionadas com a guerra cibernética no mundo inteiro. O malware Flame parece ser uma nova fase nesta guerra e é importante entender que as armas cibernéticas podem facilmente serem usadas contra qualquer país. Neste caso, ao contrário da guerra convencional, os países mais desenvolvidos são realmente os mais vulneráveis”, afirmou Eugene Kaspersky, CEO e co-fundador da Kaspersky Lab, sobre a descoberta do Flame.

O objetivo principal do Flame parece ser a ciberespionagem, roubando informações das máquinas infectadas. As informações então são enviadas para uma rede de servidores de comando e controle localizados em diferentes partes do mundo.

A diversidade das informações roubadas, que incluem documentos, imagens, gravações em áudio e interceptação de tráfego de rede, torna-o o kit de ataque mais avançado e complexo já descoberto. O exato vetor da infecção ainda não foi revelado, mas já está claro que o Flame tem a capacidade de se replicar numa rede local usando vários métodos, incluindo os mesmos métodos explorados pelo Stuxnet, explorando vulnerabilidades no serviço de impressão e de dispositivos USB.

“Os resultados preliminares da pesquisa, pedida com urgência pela ITU, confirmam a natureza altamente direcionada deste programa malicioso. Um dos fatos mais alarmantes é que este ciberataque está no auge da sua fase ativa e seu criador está vigiando constantemente os sistemas infectados, recolhendo informações e definindo novos sistemas para atingir os seus objetivos, ainda desconhecidos”, explica Alexander Gostev, analista-chefe da Kaspersky.

Por enquanto, o que se sabe é que este malware é composto por vários módulos e vários megabytes de códigos executáveis – o que o faz cerca de 20 vezes maior do que o Stuxnet. Isto significa que analisar e reverter esta arma exige uma grande equipe de especialistas e engenheiros altamente qualificados e com vasta experiência em ciberdefesa.

Fontes e Direitos Autorais: IDGNow! – 28 de maio – 14h52  – Atualizada em 29 de maio – 00h18

Ballmer usa touchscreen de 80 polegadas com Windows 8 no escritório


Se você achou que o modelo de preview do tablet da Samsung com Windows 8 de 11.6 polegadas era um equipamento grande demais, saiba que o dispositivo é peixe pequeno comparado à tela sensível ao toque que o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, possui instalada em seu escritório.

O executivo utiliza uma tela sensível ao toque equipada com Windows 8 com nada menos do que 80 polegadas para tarefas de produtividade de comunicação, de acordo com uma reportagem da revista Wired. “Ele se livrou de telefone e dos blocos de notas”, afirmou o porta-voz da empresa, Frank Shaw. “O aparelho é sensível ao toque e está pendurado em sua parede”. Tela de 80 polegadas com o Windows 8 pode parecer um luxo exclusivo do diretor executivo da companhia, contudo Shaw revelou que a multinacional espera vender o dispositivo em breve, contudo não disse o nome do fabricante, o preço ou a data de lançamento.

A Microsoft lista que a maior tela esperada em computadores com Windows 8 será de 27 polegadas, prevendo que esses displays maiores sejam aparelhos domésticos. “A família pode optar por um desktop all-in-one com um monitor enorme para tocar e organizar todas as fotografias da casa”, escreveu no blog da empresa o gerente de programas da Microsoft, David Wahsington.

Telas com Windows 8 muitos maiores do que essa serão, primeiramente, voltadas para usos comerciais. “Isso não é uma coisa para os consumidores agora, porém sabemos que, historicamente, é assim que as coisas começam” contou Shaw. “A ideia de que há uma tela que não é um computador é algo que vamos rir daqui dois anos”.

Fonte e Direitos Autorais: PCWorld.com – Lucian Constantin, IDG News Service (Romênia) 28-05-2012.

Novidades do Microsoft SQL Server 2012 – Objeto Sequence(Sequência).


Pessoal, boa tarde.

Tudo bem?

Então, com o lançamento do Microsoft SQL Server 2012, realizado no último dia 01 de Abril deste ano, um mundo novo de recursos, possibilidades e principalmente inovações foi disponibilizado pela Microsoft com esta nova e fantástica versão do SQL Server.

Desta vez, posso dizer que todos os profissionais, papéis, áreas e principalmente amantes do SQL Server foram atendidas em seus pedidos, com todas as Novidades apresentadas. Para começar a dar um pouco de vontande para você leitor em conhecer esta versão e suas edições, vou apresentar um recursos bastante simples, mas que pode ajudar em muito.

Estou falando do Objeto Sequence(Sequência), adicionado a esta nova versão e que veio para preencher uma grande lacuna para os Programadores, Desenvolvedores, Analistas e Arquitetos de Banco de Dados.

Gostaria de destacar algumas observações deste objeto, antes de apresentar a sua forma de uso:

  • Objeto com funcionalidade similar ao Identity; 
  • Implementação (ANSI & ISO) Compliance; e 
  • É um objeto externo e não vinculado a uma coluna ou tabela.

Possui recursos que o Identity não dispõe:

  • Uso simultâneo por mais de um tabela;
  • Definição de um valor máximo;
  • Reciclagem automática;
  • Facilidade para reinicialização de valores; e
  • Controle de contagem de valores de forma automática.

Após estas observações, vou apresentar um simples exemplo de como podemos utilizar este objeto:

– Criando uma nova Tabela –

CREATE TABLE Usuarios

(Nomes varchar(15))

Go

 

INSERT INTO Usuarios values

(‘Pedro’),(‘Fernanda’),(‘Eduardo’),(‘Joo Pedro’),(‘Maria Luza’)

– Criando uma nova Sequncia de Valores –

CREATE SEQUENCE Seq As INT – Tipo

START WITH 1 – Valor Inicial (1)

INCREMENT BY 1 – Avana de um em um

MINVALUE 1 – Valor mínimo 1

MAXVALUE 100 – Valor máximo 100

CACHE 10 – Mantém 10 posições em cache

NO CYCLE – Não irá reciclar os valores após o processamento


– Utilizando a Sequncia de Valores –

SELECT Next VALUE FOR Seq AS ID, Nomes FROM Usuarios;

 

– Reinicializando a valor da Sequncia –

ALTER Sequence Seq RESTART WITH 1 ;

– Excluíndo a Sequência –

Drop Sequence Seq

 

Por enquanto é isso galera, vou encerrar este post por aqui, nos próximos dias volto com mais algumas outras novidades implementandas neste nova versão do Microsoft SQL Server 2012.

Até mais.

Faltam DBAs bem qualificados, diz especialista


São Paulo – Os profissionais que administram bancos de dados (DBAs) estão em falta no Brasil. A conclusão é das empresas e especialistas que recrutam esses profissionais no país. E a justificativa dos empregadores é que a demanda está em alta e a oferta de profissionais qualificados ainda é baixa.

Segundo Edson França, coordenador do curso de Banco de Dados da BandTec (faculdade de TI do Colégio Bandeirantes, em São Paulo), este cenário é preocupante uma vez que é cada vez maior a necessidade das empresas em armazenar digitalmente seus dados. “Esta realidade atinge praticamente todas as corporações”, diz França.

“Todo setor de TI está em crescimento, mas nas áreas de segurança e armazenamento de dados essa demanda é percebida com mais força. São tendências influenciadas pela disseminação da computação em nuvem, que armazena os dados em data centers e não mais dentro das empresas”, diz França.

Além disso, a procura por este tipo de profissional, diz o especialista, é motivada pela necessidade de uma maior segurança e disponibilidade desses dados.

Um estudo da consultoria Robert Half aponta que um dos motivos da valorização dos profissionais brasileiros de DBA é maior demanda por bancos de dados em segmentos da economia como finanças, indústria e serviços.

Ainda de acordo com a consultoria, os talentos mais reconhecidos nas empresas são os que possuem perfis mais seniores e que, além de conhecimentos técnicos, sabem transformar tecnologia em negócios.

De acordo com o estudo, ser responsável pelo funcionamento de todos os dados de um data center é uma atividade que exige muita experiência, o que torna o profissional bem qualificado altamente disputado.

A pouca oferta de mão de obra qualificada afeta diretamente o salário destes profissionais. Um gerente de administração de banco de dados recebe, em média, 9 mil reais a cada mês, de acordo com a Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online. Já os coordenadores, supervisores ou chefes de administração de banco de dados ganham cerca de 8 mil reais mensais.

Esta média salarial abrange os profissionais que atuam no Brasil e pode variar de acordo com a região de atuação. Segundo a Catho, mais de 260 mil profissionais em 4 mil cidades de todo o país participaram do estudo.

Segundo França, dificilmente um profissional recém-formado ganhará um salário com as quantias acima. “Para administrar um banco de dados de uma instituição financeira, por exemplo, é necessário possuir muitos anos de experiência na área. Qualquer erro pode ser fatal para um banco ou empresa de telecomunicações. Não é só obter um diploma, conseguir um emprego e ganhar um bom salário”, diz o especialista. De acordo com França, os iniciantes ganham, em média, cerca de 3 mil reais mensais.

Para ultrapassar a remuneração mensal de R$ 11 mil reais mensais, o profissional deve ter graduação em curso superior e ser capacitado para projetar modelos de dados, criar e manter objetos de um banco de dados e possuir conhecimentos avançados no uso da Linguagem SQL.

O mercado também requer dos candidatos um forte conhecimento em programação e capacidade de monitorar o desempenho da plataforma, segundo o coordenador.

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online • Segunda-feira, 21 de maio de 2012 – 09h41

Brasil ocupa apenas 40º lugar em ranking da velocidade da web


             São Paulo – A velocidade da internet brasileira é uma das mais lentas do mundo. Segundo pesquisa da Akamai, uma empresa especializada em infraestrutura de rede, a velocidade média da web brasileira é de 1,8 megabit por segundo (Mbps), enquanto a mundial é de 2,3 Mbps.A Akamai mediu a velocidade da internet em 50 países. E a média registrada no Brasil deixou o país na 40ª posição da pesquisa, atrás de países como Letônia e Romênia. O primeiro lugar ficou com a Coreia do Sul, onde as pessoas acessam a internet com uma velocidade média de 17,5 Mbps – ou seja, quase 10 vezes mais rápida que a do Brasil.

A discrepância entre os países é causada pelas diferenças na infraestrutura de rede. Enquanto as operadoras da Coreia do Sul oferecem o serviço de banda larga em alta velocidade por todo o país, as operadoras daqui a oferecem somente em capitais. A maioria dos municípios ainda oferece apenas links de 1 Mbps ou de 512 Kbps. Em algumas regiões remotas do norte brasileiro, por exemplo,  as conexões de banda larga ainda não ultrapassaram os 256 Kbps.

Investimentos – As operadoras têm feito investimentos modestos em banda larga e o governo está ampliando o PNBL, projeto que visa espalhar cabos de fibra ótica por todo o país e baratear o preço do serviço de internet rápida. Apesar dos esforços, as iniciativas não deverão ajudar o Brasil a subir muitas posições no ranking da Akamai nos próximos anos.

Segundo pesquisa da consultoria Teleco, as operadoras e o governo precisariam gastar cerca de 100 bilhões de reais em infraestrutura para levar internet de alta velocidade para todos os cantos do país. Como o valor é muito alto para o mercado brasileiro, a tendência é que o Brasil não acompanhe os demais países no crescimento da velocidade da web. O país, por exemplo, ainda discute o leilão da tecnologia 4G, enquanto Coréia do Sul, Estados Unidos e países da Europa já oferecem planos com a tecnologia – que oferece velocidades de até 100 Mbps.

Uso alto da web – Apesar das velocidades baixas e dos preços altos, o brasileiro não deixa de usar a internet. Segundo a Akamai, o Brasil é, atualmente, o 8ª na lista de países que mais trocam dados na rede.

Segundo pesquisa, o Brasil é responsável por 4,4% do tráfego de dados na internet. O volume é considerado bastante expressivo. Ainda mais quando é comparado aos Estados Unidos, que responde por 10% de todo o tráfego.

Veja abaixo os dez países com melhor infraestrutura de internet, de acordo com a Akamai.

País

Velocidade média de   conexão

1º – Coréia do Sul

17,5 Mbps

2º – Japão

9,1 Mbps

3º – Hong Kong

9,1 Mbps

4º – Holanda

8,2 Mbps

5º – Letônia

7,8 Mbps

6º – Suíça

7,2 Mbps

7º – Irlanda

6,8 Mbps

8º – República Checa

6,7 Mbps

9º – Romênia

6,4 Mbps

10º – Bélgica

6,1 Mbps

40º – Brasil

1,8 Mbps

, de INFO Online.

Lei de Acesso à Informação entra em vigor hoje


Com isso, Brasil passa a compor grupo de 91 países que reconhecem que as informações guardadas pelo Estado são um bem público

São Paulo – A Lei de Acesso à Informação entra em vigor nesta quarta sem que a União, governos estaduais, prefeituras, tribunais de Justiça e assembleias legislativas tenham regulamentado detalhes de como os pedidos de acesso a dados serão respondidos aos interessados.

A partir desta quarta, todos os órgãos dos três Poderes serão obrigados pela lei a responder a pedidos de dados feitos pelos cidadãos, independentemente de motivos, em um prazo de 20 dias, prorrogável por mais 10.

Mas há dúvidas generalizadas sobre os procedimentos que os cidadãos deverão adotar. No caso do governo federal, a reportagem obteve um esboço do sistema de atendimento a pedidos feitos pela internet, que deve entrar hoje em funcionamento. Mas até ontem havia dúvidas sobre a data da publicação do decreto que detalhará a forma como as autoridades públicas terão de proceder.

Em São Paulo, o governo estadual também não havia publicado até terça-feira o decreto que regulará o acesso aos dados e as instâncias de recurso em caso de negativas para os pedidos. Segundo a Casa Civil, um grupo técnico formado em janeiro elaborou, após quatro meses de trabalho, uma minuta de regulamentação, encaminhada no último dia 7 para o Comitê de Qualidade da Gestão Pública e para a assessoria jurídica do governador Geraldo Alckmin. A versão final do decreto é esperada para os próximos dias.

Questionada pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Assembleia Legislativa de São Paulo divulgou nota em que destaca as diversas informações já expostas pelo órgão em seu site. Informou ainda que os cidadãos que quiserem comparecer pessoalmente à Casa poderão apresentar seus pedidos de dados no serviço de protocolo geral, localizado no 1.º andar.

No último dia 12, a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) anunciou que até o início da vigência da lei estaria publicada uma resolução para detalhar o atendimento ao público. Isso, porém, não aconteceu.

Outros Estados

No Rio, o governo anunciou apenas que uma comissão está discutindo a regulamentação da nova lei. Ironicamente, foi negado um pedido do Estadão de acesso a essa comissão, para entrevista.

A Assembleia Legislativa do Rio informou que lançará na internet um portal, no qual todas as informações com relação a gastos, licitações, viagens de parlamentares, entre outras, estarão disponíveis. Afirmou, de forma vaga, que não devem ser liberadas ao público informações “garantidas por lei”.

Na capital, o secretário da Casa Civil, Pedro Paulo, anunciou um pacote de medidas para possibilitar que o cidadão possa pedir informações ao município com mais facilidade. Uma delas foi o lançamento, na terça à noite, do site Transparência Carioca.

O Executivo, o Legislativo e o Judiciário da Bahia estão atrasados nos preparativos para a entrada em vigor da nova lei. Em todas as esferas do poder público do Estado e dos municípios ainda não há definições de como a lei será aplicada. Em alguns casos, os estudos sobre o tema nem sequer foram iniciados.

O governo de Minas ainda estuda uma proposta de legislação para regulamentar como funcionarão os mecanismos exigidos pela lei. Segundo a Secretaria de Comunicação, o projeto deverá apenas “adequar os instrumentos” que hoje já existem para disponibilizar dados à população. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fontes e Direitos Autorais:  • Quarta-feira, 16 de maio de 2012 – 10h37.

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