Terra perdeu mais da metade dos animais selvagens que existiam há 40 anos


Animais

Mais da metade dos animais selvagens que existiam na Terra há 40 anos desapareceu, e a maioria destas perdas ocorreu nas áreas tropicais da América Latina, segundo o último relatório “Planeta Vivo” do Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

Sob o título “Espécies e Espaços, Pessoas e Lugares”, o relatório – a décima edição deste estudo bienal – recolhe as pesquisas realizadas sobre o destino de 10 mil espécies de vertebrados de 1970 a 2010.

As espécies estão classificadas no Índice Planeta Vivo, um registro mantido pela Sociedade Zoológica de Londres. Além disso, o relatório mede o rastro ecológico da humanidade no planeta elaborado pela Global Footprint Network.

A principal conclusão do estudo é que as populações de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis decaiu em 52% desde 1970. As espécies de água doce sofreram uma perde de 76%, em um percentual que dobra as sofridas por espécies marinhas e terrestres. A maioria das perdas globais, por sua vez, provém das regiões tropicais da América Latina.

O Índice Planeta Vivo para a região neotropical – que coincide com o território da América Latina – mostra um dramático e contínuo declive das populações de fauna selvagem, com uma perda média de 83% das espécies desde 1970.

“Esta é a queda regional mais profunda, e destaca a intensa pressão à qual estão submetidas as espécies tropicais da América Latina”, declarou à Agência Efe Richard McLellan. O especialista do Fundo atribuiu este declive a uma série de razões, que incluem “as ameaças típicas”, como a exploração das espécies, a degradação da terra e da água, a perda de habitats e a mudança climática.

Fatores que, no entanto, no relatório deste ano se veem acentuados porque se melhoraram os sistemas de coleta de dados e porque se obteve mais e melhor informação procedente da América Latina. De fato, em geral, em toda a Terra, o maior perigo para a fauna é a degradação e a perda do habitat natural dos animais.

A pesca e a caça são ameaças “significativas”, assinala o relatório, enquanto a mudança climática está se transformando em “crescentemente preocupante”, com as primeiras constatações de que “a mudança climática já é responsável da extinção de algumas espécies”.

Por outra parte, o relatório destaca que o que a humanidade demanda ao planeta é mais do que o dobro do que a natureza pode renovar. Calcula-se que seria necessária uma Terra e meia para produzir os recursos necessários para equilibrar com o rastro ecológico da humanidade.

O relatório também destaca que o rastro ecológico é cinco vezes maior nos países desenvolvidos que nas nações em desenvolvimento, e lembram que se demonstrou que se podem elevar os níveis de vida da população e restringir ao mesmo tempo a exploração dos recursos naturais.

Os dez países com maior rastro ecológico são, na ordem, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Dinamarca, Bélgica, Trinidad e Tobago, Cingapura, Estados Unidos, Bahrein e Suécia.

Fontes e Direitos Autorais:  – 30/09/2014.

MICROSOFT ANUNCIA O WINDOWS 10


A Microsoft anunciou hoje durante um evento nos Estados Unidos o Windows 10, nova versão do sistema operacional para desktops mais usado no mundo.

*Fotos usadas no artigo vieram do The Verge.

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WINDOWS 10

De acordo com a Microsoft, o Windows 10 será compatível com os sistemas de gerenciamento tradicionais disponíveis hoje.

Os usuários corporativos terão um ambiente familiar, com as ferramentas que ele eles costumavam usar, como o menu Iniciar, mais segurança e recursos modernos como uma loja de aplicativos personalizada.

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Em seu anúncio a Microsoft confirmou que o Windows 10 oferecerá uma experiência sob medida para o hardware onde ele estiver instalado.

Assim o novo sistema operacional oferecerá uma experiência que se adapta ao dispositivo. Por exemplo, usuários em tablets versão a tela inicial e usuários em PCs tradicionais verão o menu Iniciar.

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Um detalhe sobre o novo menu Iniciar é que ele e a tela inicial foram “combinados”. Os blocos dinâmicos ainda poderão ser exibidos e redimensionados normalmente.

Quando o usuário adiciona mais blocos dinâmicos ao menu Iniciar, ele se expande para acomodá-los. Ao chegar em um certo tamanho, o usuário tem a opção de trocar o menu pela tela inicial.

A nova busca universal no menu Iniciar do Windows 10 pode exibir resultados encontrados no computador e na Web. Outra novidade é o suporte para áreas de trabalho virtuais (ou task view, que foi como a Microsoft chamou este recurso no evento):

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Apesar das mudanças com foco no uso tradicional com mouse e teclado, a Microsoft não abandonará o suporte para telas sensíveis ao toque.

Para aparelhos híbridos como o Lenovo Yoga 2 Pro, que combina tablet e notebook, o novo Windows terá um modo chamado “Continuum”.

Com este modo o usuário pode alternar facilmente entre o uso do híbrido como tablet e como notebook, basicamente combinando a simplicidade do tablet com a experiência de uso tradicional:

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Com o Windows 10, que também passa a ser nome da nova versão do Windows para smartphones, a Microsoft também passará a oferecer uma loja de aplicativos única em todas as plataformas.

Fontes e Direitos Autorais: The Verge.

MICROSOFT CONSTRUIRÁ TRÊS NOVOS DATACENTERS NA ÍNDIA


Durante um evento em Nova Deli nesta semana, Satya Nadella anunciou que a Microsoft construirá três novos datacenters na Índia para oferecer serviços baseados na nuvem, como Azure e Office 365.

O CEO da empresa disse que a construção dos datacenters na Índia visa reduzir a latência e eventualmente acelerar a adoção da nuvem no país.

Microsoft construirá três novos datacenters na Índia

MICROSOFT CONSTRUIRÁ TRÊS NOVOS DATACENTERS NA ÍNDIA

Nadella disse que em 2013, os negócios da Microsoft no mercado de computação em nuvem cresceram mais de 100% na índia. Em vista deste sucesso, a empresa decidiu oferecer seus serviços de computação em nuvem no país usando datacenters locais.

Ao oferecer serviços de nuvem locais, a Microsoft abrirá oportunidades para serviços financeiros, bancos, companhias de seguros, departamentos governamentais e empresas estatais.

A Microsoft construirá três novos datacenters na Índia até o final de 2015. Eles serão localizados em três cidades diferentes.

Fontes e Direitos Autorias: Baboo.com – SID VICIOUS @ 30 SET 2014 | 12:10 PM

MICROSOFT CONSTRUIRÁ TRÊS NOVOS DATACENTERS NA ÍNDIA


Durante um evento em Nova Deli nesta semana, Satya Nadella anunciou que a Microsoft construirá três novos datacenters na Índia para oferecer serviços baseados na nuvem, como Azure e Office 365.

O CEO da empresa disse que a construção dos datacenters na Índia visa reduzir a latência e eventualmente acelerar a adoção da nuvem no país.

Microsoft construirá três novos datacenters na Índia

MICROSOFT CONSTRUIRÁ TRÊS NOVOS DATACENTERS NA ÍNDIA

Nadella disse que em 2013, os negócios da Microsoft no mercado de computação em nuvem cresceram mais de 100% na índia. Em vista deste sucesso, a empresa decidiu oferecer seus serviços de computação em nuvem no país usando datacenters locais.

Ao oferecer serviços de nuvem locais, a Microsoft abrirá oportunidades para serviços financeiros, bancos, companhias de seguros, departamentos governamentais e empresas estatais.

A Microsoft construirá três novos datacenters na Índia até o final de 2015. Eles serão localizados em três cidades diferentes.

Fontes e Direitos Autorias: Baboo.com – SID VICIOUS @ 30 SET 2014 | 12:10 PM

10 CURSOS DE INFRAESTRUTURA NA MICROSOFT VIRTUAL ACADEMY BRASIL


A Microsoft separou 10 cursos de infraestrutura na Microsoft Virtual Academy Brasil. Estes cursos foram preparados exclusivamente por especialistas empresa para você alavancar a sua carreira e aprender tudo sobre infraestrutura.

A Microsoft Virtual Academy (ou MVA) oferece treinamento online da Microsoft realizado por especialistas para ajudar os tecnólogos a aprender constantemente, com centenas de cursos, em 11 idiomas diferentes.

A MVA é gratuita e o serviço inteiro é hospedado no Microsoft Azure.

10 cursos de infraestrutura na Microsoft Virtual Academy Brasil

CONFIRA A LISTA COM 10 CURSOS DE INFRAESTRUTURA NA MICROSOFT VIRTUAL ACADEMY BRASIL:

01 – Entendendo o Windows Azure

Entenda os principais conceitos de computação na nuvem, os principais serviços disponíveis no Microsoft Azure e como utilizá-los.
Faça o curso clicando aqui.

02 – Preparatório do exame 70-688: Suportando o Windows 8.1

Este material contém dicas para quem vai realizar o exame de certificação oficial 70-688: Suportando Windows 8.1.
Faça o curso clicando aqui.

03 – Infraestrutura como Serviço no Windows Azure

Aprenda a utilizar o Windows Azure para prover uma Infraestrutura como Serviço (IaaS).
Faça o curso clicando aqui.

04 – Visão geral do Azure Active Directory

Treinamento abordando uma visão geral sobre os recursos do Azure Active Directory além de integração com o Windows Intune e o Office 365.
Faça o curso clicando aqui.

05 – Migrando máquinas virtuais do AWS para Windows Azure

Treinamento prático que ensina passo-a-passo como mover uma máquina virtual Windows hospedada no AWS para Microsoft Azure.
Faça o curso clicando aqui.

06 – Automatize processos com o System Center Orchestrator

Aprenda neste curso como automatizar processos em um Datacenter ou em uma Nuvem Privada utilizando o System Center 2012 R2 Orchestrator e Service Manager.
Faça o curso clicando aqui.

07 – Implantando e administrando um Cluster de Failover com Windows Server 2012 R2 e System Center

Aprenda os conceitos de um Cluster Microsoft com Windows Server 2012 R2 e como fazer a administração via Windows Server e System Center.
Faça o curso clicando aqui.

08 – Implantando uma nuvem privada com Microsoft Azure Pack

Aprenda a implantar um ambiente de nuvem privada usando o Microsoft Azure Pack, saiba os conceitos principais, instalação, serviços de web sites e banco de dados SQL.
Faça o curso clicando aqui.

09 – Migrando a sua rede com MAP

Aprenda a fazer inventários de rede e planejamentos seguros para auxiliar suas migrações para Windows 8, Office 2013, Office 365, Windows Server 2012, SQL Server 2012, Hyper-V e Windows Azure.
Faça o curso clicando aqui.

10 – Visão geral do Windows Intune

O serviço em nuvem Windows Intune permite gerenciar e proteger PCs por meio de um único console baseado na Web para que você possa manter seus computadores, a equipe de TI e os usuários em operação com desempenho máximo a partir de praticamente qualquer local e sem comprometer o fundamental: os custos, o controle, a segurança e a conformidade.
Faça o curso clicando aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 29 SET 2014 | 3:25 PM

SYSINTERNALS SUITE BUILD 2014.09.12


Sysinternals Suite é um conjunto de utilitários gratuitos para Windows com foco em usuários avançados e profissionais de TI.

Ela inclui utilitários como um desfragmentador de arquivos de paginação (PageDefrag), ferramentas para Active Directory, conversor de discos rígidos físicos para discos rígidos virtuais ou VHDs (Disk2vhd) e outros populares como o Autoruns, Process Explorer e Process Monitor.

sysinternals_suite-utils

Disponível para download aqui, o build 2014.09.12 da Suite inclui novas versões dos utilitários Handle (v4.0), ProcDump (v7.01), Process Explorer (v16.04), RegJump (v1.02) e Autoruns (v12.03).

UTILITÁRIOS PRESENTES NA SYSINTERNALS SUITE BUILD 2014.09.12:

Sysinternals Suite build 2014.09.12
Já os usuários que querem maior comodidade podem baixar o Windows System Control Center. Este software gratuito organiza todos os utilitários da Sysinternals Suite e Sysinternals Live em categorias para facilitar seu uso e também busca atualizações para eles automaticamente.

O Windows System Control Center também inclui suporte para os utilitários da NirSoft e está disponível para download em duas versões: portátil (não requer instalação) e padrão.

nirsoft-wscc-001

 

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com.

Conhecendo o “Buffer Cache Database” no Microsoft SQL Server 2012 e 2014.


Boa tarde, Comunidade e Amantes do Microsoft SQL Server.

Meu Deus, como o tempo esta passando de forma avassaladora, já estamos no mês de Setembro e daqui a alguns dias estaremos falando sobre o que aconteceu neste ano de 2014, nossa isso acaba sendo assustador. Mesmo assim, vamos em frente ainda temos muito para conhecer e produzir até o final de 2014.

Falando em conhecer e produzir, estou novamente aqui no meu blog, compartilhando com vocês mais um dos milhares de segredos, recursos, funcionalidades e praticidades que o Fantásico Microsoft SQL Server nos apresenta e permita utilizar.

Dentre estes segredos e recursos, quero mostrar para vocês algo muito simples de ser utilizado e entendido, mas que pode ajudar em muito a vida de Administrador de Banco de Dados em suas atividades diárias, estou me referindo ao “Buffer Cache Database”.

É isso mesmo “Buffer Cache Database”!!! Você conhece? Já teve a necessidade de utilizar ou descobrir para que ele serve? Ele existe? Ou somente é uma expressão ou termo técnico?

Eu mesmo no primeiro momento que ouvi este termo e me apresentaram fiquei um pouco perdido, sem saber o que este elemento pode me apresentar de informações úteis, mas com o passar do tempo e necessidade foi possível analisar e entender o quanto este pequeno recurso pode nos ajudar, principalmente em situações de alocação de uso de memória por parte do SQL Server.

Pensando justamente neste tipo de necessidade, decidi escrever este pequeno artigo, para tentar mostrar a vocês uma possível como podemos obter informações sobre o “Buffer Cache Database” e o quanto este Buffer faz parte do nosso ambiente.

Então mãos a massa, vamos descobrir um pouquinho sobre o “Buffer Cache Database”, saber do que ele composto e como podemos trabalhar com ele.

Introdução

O nome “Buffer Cache Database” a princípio pode parecer um bicho de sete cabeças, mas na verdade esta muito longe disso, basicamente pode ser entendido ou tratado como um Cache: “Uma área de armazenamento onde dados ou processos freqüentemente utilizados são guardados para um acesso futuro mais rápido, poupando tempo e uso desnecessário do seu hardware.”

O SQL Server é composto por um grande conjunto de Caches, um dos mais conhecidos é o Bufer Pool: Buffer reponsável em definir a quantidade possível de memória que poderá ser utilizada pelo SQL Server. Através deste recuros, temos a capacidade de utilizar “endereçar” ou “instanciar” o máximo de memória possível disponível em nosso Sistema Operacional sem afetar sua performance. De uma forma bem simples, o Buffer Pool tem como função realizar um balanceamento “equilíbrio” e “compartilhamento” de memória entre uma instância ou Servidor SQL Server através do seu Sistema Operacional do SQL Server chamado SQLOS em conjunto com os Memory Brokers e o próprio Sistema Operacional.

Mas, então, o que seria o “Buffer Cache Database”? Ele Existe? Ou somente é uma expressão ou termo técnico? Como ele é formado?

A resposta é muito simples e direta. O “Buffer Cache Database” não existe, pode ser entendido ou tratado como uma termo ou expressão técnica se comparado com Database Cache existente no Oracle. Na verdade é a forma natural que o SQL Server trabalha para organizar, estruturar e armazenar em páginas de dados que compõem os bancos de dados. Algo que pode ocorrer em diversos momentos, tanto na inicialização de uma instância ou servidor SQL Server, como também, quando um banco de dados realiza o alocação de suas páginas de dados em memória.

Isso mesmo páginas de dados, pequenas estrutura lógicas que armazenam os dados de forma física e temporária. As páginas de dados são interpretados pelo SQL Server da seguinte forma:

  • As páginas de dados são numeradas em sequência, iniciando com zero (0) para a primeira página do arquivo.
  • O tamanho padrão de uma página é 8 KB. Isso significa que qualquer banco de dados criado no SQL Server terá 128 páginas por megabyte.
  • Cada página começa com um cabeçalho de 96 bytes usado para armazenar informações de sistema sobre a página. Essas informações incluem o número de página, o tipo de página, a quantidade de espaço livre na página e a ID de unidade de alocação do objeto que possui a página.
  • Para identificar de forma exclusiva uma página em um banco de dados, são necessários ID do arquivo e número de página. Cada arquivo em um banco de dados tem um número de ID de arquivo exclusivo. Para tentar ilustrar, o exemplo a Figura 1 seguir mostra os números de página em um banco de dados que tem um arquivo de dados primário de 1 MB:
  • Com isso, podemos dizer que o “Buffer Cache Database” é criado e mantido, decorrente da existência das páginas de dados que forma nosso banco, isso nos permite dizer que a partir do momento que realizamos a criação de um banco de dados com tamanho de 1 MB, já estaremos fazendo uso desta estrutura de alocação e nosso novo  banco já terá um “Buffer Cache Database” inicial de 128 páginas.

Buffer01

Figura 1 – Estrutura de Páginas de Dados que compõem a estrutura de Banco de Dados no Microsoft SQL Server.

Caso você queira saber mais sobre páginas de dados, acesse: http://technet.microsoft.com/pt-br/library/ms190969(v=SQL.105).aspx

 

Obtendo o “Buffer Cache Database”

Para obtermos o “Buffer Cache Database” que atualmente esta sendo gerado e consumido pelo nosso SQL Server, vamos fazer uso do Código denominado Parte 1, apresentando abaixo:

– Parte 1 – Obtendo Buffer Cache por Banco de Dados –

Select DB_NAME(database_id) As ‘Database’,

COUNT(*) * 8 / 1024.0 As ‘Cached Size (MB)’

From sys.dm_os_buffer_descriptors

Where database_id <> 32767

Group By DB_NAME(database_id)

Order By ‘Cached Size (MB)’ Desc

 

A Figura 2 apresentada abaixo ilustra o retorno dos “Buffer Cache Database” obtidos no meu SQL Server, observe que o Banco de Dados que neste momento esta gerando o maior Buffer Cache é o Banco Cars com 1.078 MBs.

Buffer02

Figura 2 – Relação de “Buffer Cache Database”.

Nosso próximo passo, será forçar o SQL Server a gerar um novo “Buffer Cache Database”, neste caso, criando o nosso próprio ambiente, para isso será necessário criar um novo banco de dados, denominado: BufferCacheDatabase e uma Tabela denominada BufferCacheDatabaseTable.

Gerando o “Buffer Cache Database”

Para criarmos nosso ambiente, vamos utilizar o Código denominado Parte 2, conforme apresenta abaixo:

– Parte 2 – Criando Ambiente para Gerar Buffer Cache Databae –

Create Database BufferCacheDatabase

Go

 

Use BufferCacheDatabase

Go

 

Create Table BufferCacheDatabaseTable

(BufferID Int Identity Primary Key Clustered,

BufferDescription Varchar(50) Default ‘Buffer Table’,

BufferDateTime DateTime Default GetDate())

Go

 

Observação: Vale ressaltar que este banco de dados esta criado com o tamanho de 3 Megabyte, pois o banco de dados de sistema Model existente no meu Servidor SQL Server, esta configurado neste momento justamente com este tamanho de arquivo, que representa o tamanho mínimo, sendo assim, os novos bancos de dados criados de forma rápida vão herdar esta configuração.

Legal, legal, nosso ambiente já esta criado e pronto para começarmos a brincar!!!! O próximo passo será obter o quando de Buffer Cache foi gerado após a criação deste novo banco de dados, onde vamos somente consultar o quantidade de cache deste Banco, para isso, iremos utilizar o Código denominado Parte 3.

– Parte 3 – Consultando o “Buffer Cache Database” gerado para este novo Banco –

Select DB_NAME(database_id) As ‘Database’,

COUNT(*) * 8 / 1024.0 As ‘Cached Size (MB)’

From sys.dm_os_buffer_descriptors

Where database_id = DB_ID()

Group By DB_NAME(database_id)

 

Ao executar este código, o SQL Server deverá retornar a quantidade de Buffer Cache, criado e alocado para o Banco de Dados: BufferCacheDatabase, conforme apresenta a Figura 3 a seguir:

Buffer03

Figura 3 – Total de “Buffer Cache Database” alocado para o Banco de Dados – BufferCacheDatabase.

Muito bem, como eu destaquei anteriormente, uma simples transação de criação de um novo banco de dados gera Buffer, neste caso nosso banco de dados esta apresentando o Buffer Cache de 1.304 MBs, isso nos faz pensar o quanto o SQL Server tem que trabalhar para controlar e manter em memória este recurso.

Nossa caminhada ainda não acabou mas esta quase lá, na sequência vamos obter as informações sobre “Buffer Cache Database” no nível de Tabela, onde nossa tabela: BufferCacheDatabaseTabela estará vazia e posteriormente após algumas transações de Inserção de dados.

Comecaremos pela Inserção de 2000 linhas de registro na tabela BufferCacheDatabaseTable, utilizando o Código denominado Parte 4, na sequência vamos consultar total estrutura de páginas de dados que é será alocado para esta tabela, o que nos dará mais comprovações do quanto o “Buffer Cache Database” é mantido pelo SQL Server.

– Parte 4 – Inserindo 2000 linhas na tabela BufferCacheDatabaseTable –

Insert Into BufferCacheDatabaseTable Default Values

Go 2000

 

Como você percebeu acabamos de inserir 2000 linhas de registro em nossa tabela, de forma simples e rápida, agora vamos consultar as informações sobre as páginas de dados que forma esta tabela, começando Código denominado Parte 5, onde teremos alguns detalhes, como quantidade de páginas de dados utilizadas e total de página de dados. A Figura 4, ilustra o resultado do processamento deste código.

– Parte 5 – Consultando informações sobre as páginas de dados –

Select ST.Name As ‘Tabela’,

SP.rows As ‘Linhas’,

SA.data_pages As ‘Páginas de Dados’,

SA.used_pages As ‘Páginas de Dados Utilizadas’,

SA.total_pages As ‘Total de Páginas de Dados’

from sys.tables ST Inner Join sys.partitions SP

On ST.object_id = SP.object_id

Inner Join sys.allocation_units SA

On SA.container_id = SP.partition_id

Go

Note que estamos utilizando as Visões de Sistema:

  • Sys.tables;
  • Sys.partitions; e
  • Sys. Allocations_Units.

Caso você queira saber mais sobre estas Views de Sistema, consulte as Referências no final deste artigo.

Buffer04

Figura 4 – Informações sobre as páginas de dados que forma a tabela BufferCacheDatabaseTable.

Perfeito, neste momento temos boa parte das informações do nosso ambiente, inclusive alguns detalhes sobre as páginas de dados. Mas se observarmos com cuidado a Figura 4, como podemos ter o Total de Páginas de Dados com o valor 17 se a coluna Páginas de Dados esta com o valor de 10?

Será que existe alguma coisa de errado? De forma alguma, este valor esta correto, esta diferença existe porque a coluna data_pages existente na System View: sys.allocation_units, apresenta como valor para quantidade de páginas de dados, somente as páginas que forma a tabela, excluíndo deste valor páginas de índice internas e páginas do gerenciamento de alocações. Por isso este valor, então podemos dizer que nossa tabela possui:

  • O total de 17 páginas de dados considerando páginas para índices e alocações internas; e
  • O Total de 10 páginas somente para armazenamento de dados que forma a tabela.

Para deixar mas claro esta constatação, vamos utilizar o Código denominado Parte 6, onde será possível ver todo detalhamento e distribuição das alocações de páginas de dados, registros por páginas e espaço livre em bytes para armazenamento de dados em cada página, conforme ilustra a Figura 5:

– Parte 6 – Detalhamento da Alocação de Dados por Página de Dados –

Select ST.Name As ‘Tabela’,

SB.page_id As ‘Id Página’,

SB.page_type As ‘Tipo da Página’,

SB.Row_Count As ‘Linhas por Página’,

SB.free_space_in_bytes As ‘Espaço Livre em Bytes’

from sys.tables ST Inner Join sys.partitions SP

On ST.object_id = SP.object_id

Inner Join sys.allocation_units SA

On SA.container_id = SP.partition_id

Inner Join sys.dm_os_buffer_descriptors SB

On SB.allocation_unit_id = SA.allocation_unit_id

Order By SB.page_type Asc

Go

 Buffer05

 

 

 

 

 

Figura 5 – Distribuição de dados alocados por página de dados, quantidade de linhas e espaço livre disponível.

Prontinho, sensacional, aqui esta a toda estrutura de alocação e distribuição de dados em suas respectivas páginas de dados que forma a nossa tabela BufferCacheDatabaseTable.

 

Ufa, é isso, conseguimos chegar vivos e salvos ao final de mais esta caminhada. Vou encerrar por aqui mais este artigo, as demais análises e observações vou deixar para você. Um detalhe importante, repita novamente a execução do Código Parte 3 e verifique que o valor calculado do “Buffer Cache Database” provavelmente foi alterado.

Conclusão

Falar deste tipo recurso que na verdade não existe no Microsoft SQL Server, mas esta presente devido a maneira que as páginas de dados são alocadas em memória pode parecer ser fácil, o duro o conseguir encontrar uma forma de demonstrar como ele acontece, de que forma o “Buffer Cache Database” é criado, gerado, alocado e mantido.

Como destacado o grande segredo de qualquer tipo de Cache é saber a forma correta de armazenar o dado ou conjunto de dados para que tanto o Software como também o Hardware não sejam impactos. O “Buffer Cache Database” faz justamente isso de uma forma muito simples, prática e elegante, além disso, ele nos permite saber e entender como o mesmo esta ocorrendo. Em conjunto com o grande conjunto de Visões de Sistemas e Visões de Gerenciamento Dinâmico existentes no SQL Sever desde a versão 2005, este caminho muito ainda mais tranquilo.

Trabalhando de forma invisível como os demais recursos de Buffer, o “Buffer Cache Database”, oferece para o Database Engine e também para toda estrutura de armazenamento de dados do SQL Server, a flexibilidade para pode ser trabalhar com objetos recêm criados, como também, com aqueles que estão em uso ou foram utilizados em um determinado período de tempo, com isso, podemos ter alguns ganhos de performance na busca por dados e funcionalidades do nosso dia-á-dia.

Entender o Buffer Pool e também o Buffer Cache Database é de grande importância para qualquer Administrador de Banco de Dados, pois ambos estão diretamente trabalhando com a memória existente tanto do SQL Server e também o Windows.

É neste cenário que o “Buffer Cache Database” faz o seu papel, instânciado porções de memória para alocação de seus objetos, neste caso, páginas de dados e índices para o melhor funcionamento do SQL Server.

Referências

- sys.tables: http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms187406.aspx

- sys.allocation_units: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms189792.aspx

- sys.dm_os_buffer_pool_extension_configuration: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/dn133204.aspx

- sys.partitions: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms175012.aspx

- sys.dm_os_buffer_descriptors:  http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms173442.aspx

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Agradeço a sua visita, espero que você tenha gostado e que este conteúdo possa te ajudar.

Um grande abraço.

Nos encontramos em breve.

Até mais.