Uma parceria histórica envolvendo games firmada entre Microsoft e Sony


Na última quinta-feira dia 16, as empresas Microsoft e Sony anunciaram uma parceria histórica que visa oferecer o que é de mais moderno quando o assunto é experiência de usuário em plataformas de entretenimento e soluções de inteligência artificial (AI) em torno do mercado de jogos eletrônicos.

a parceria?

microsoft e sony
CEO da Sony ao lado do CEO da Microsoft

Em resumo a Sony vai começar a usar as soluções da plataforma em Nuvem da Microsoft, o Azure, para seus serviços de games e streaming, além da exploração da incorporação das ferramentas avançadas de AI da Microsoft e semicondutores nos produtos da empresa, tudo no intuito de fornecer experiências “altamente intuitivas e fáceis de usar”, isso nas palavras da própria empresa.

Sobre a parceria o presidente e CEO da Sony, Kenichiro Yoshida, disse o seguinte:

“O PlayStation surgiu através da integração de criatividade e tecnologia. Nossa missão é evoluir continuamente essa plataforma como uma que continua a oferecer as melhores e mais imersivas experiências de entretenimento, junto com um ambiente de nuvem que garante a melhor experiência possível, a qualquer hora, em qualquer lugar. Por muitos anos, a Microsoft tem sido um parceiro comercial importante para nós, embora, é claro, as duas empresas também estejam competindo em algumas áreas. Acredito que o desenvolvimento conjunto de futuras soluções em nuvem contribuirá muito para o avanço do conteúdo interativo”.

Yoshida lembrou bem que Sony e Microsoft são parceria há anos. As empresas já trabalharam juntas em vários projetos, especialmente quando o assunto são PCs com Windows, mas sempre competiram no mercado de games, então, essa é a primeira vez que elas trabalharão juntas em algo relacionados ao mercado de jogos eletrônicos.

Depois do CEO da Sony, temos a seguir algumas palavras do chefe do Xbox dentro da Microsoft, Phil Spencer, que também fez alguns comentários sobre a nova parceria.

“Empolgado com as oportunidades à frente com a @Sony para que possamos perseguir nossas ambições mútuas em jogos e encantar os jogadores ao redor do mundo”

O CEO da Microsoft não poderia ficar de fora da conversa e falou o seguinte:

“A Sony sempre foi líder em entretenimento e tecnologia, e a colaboração que anunciamos hoje se baseia nessa história de inovação”, disse Nadella. “Nossa parceria traz o poder do Azure e do Azure AI para a Sony para oferecer novas experiências de entretenimento e jogos para os clientes”, ressaltou ele.

“As duas empresas explorarão o desenvolvimento conjunto da futura solução de nuvem no Microsoft Azure para suportar seus respectivos serviços de streaming de conteúdo e jogos”, explica uma declaração da Microsoft.

Sem dúvida essa é uma reação aos mais recentes anúncios do Google, como por exemplo, da plataforma de streaming de jogo Stadia, então, Sony e Microsoft parecem não querer deixar nem uma migalha do bolo do mercado de jogos para o Google.

Com Inteligência Artificial também está no foco da parceria, a Microsoft também vai usar tecnologia Sony para aprimorar seus produtos, como por exemplo, a Microsoft pretende usar os mais avançados sensores de imagem da Sony em sintonia com a tecnologia de IA da Azure para melhorar as experiências em sua Nuvem.

E o Xbox e o Playstation nessa história?

Neste primeiro momento, não há qualquer sinal de integração entre a plataforma Xbox e a Playstation, como jogos multiplataforma ou algo do gênero, no entanto, dada a abrangência dessa nova parceria em torno de Cloud Services, nada impede que no futuro as empresas combinem de abrir uma loja única e online para permitir o acesso a jogos diversos via streaming. Não de jogos exclusivos, mas ao menos de títulos de terceiros que geralmente lançam seus produtos para ambas as plataformas.

Fontes e Direitos Autorais: theenemy e Microsoft – 16/05/2019.

#20 – Para que serve


Olá pessoal, bom dia(ou talvez boa madrugada).

Não se espante com o horário, mas neste exato momento são 02:06(duas horas e seis minutos da manhã) quinta – feira dia 12/04, ou seja, um novo dia esta começando.

É a vida de um DBA e MVP não é fácil, sei que nesta quinta terei um dia repleto de afazeres, por este e outros motivos estou aqui no meu blog para compartilhar com vocês um dos novos recursos adicionados ao Microsoft SQL Server nos últimos meses.

Logicamente a cada nova versão que a Microsoft disponibilizado do SQL Server, uma nova avalanche de conceitos, funcionalidades, comandos e diversidade de possibilidades são adicionadas ao produto, mas no post de hoje, não vou apresentar propriamente uma nova funcionalidade deste fascinante Sistema Gerenciador de Banco de Dados, ao contrário, vou destacar uma nova ferramenta adicionado ao Microsoft SQL Management Studio a partir da versão 17.5 lançada no mês de fevereiro de 2018, conhecida como Descoberta e Classificação de Dados ou Data Discovery and Classification disponível para uso a partir da versão 2008.

Talvez você já deve ter ouvido falar de algo relacionado com proteção de informações organizacionais, ou quem sabe a sigla GDPR (General Data Protection Regulation)? Falando de formas gerais, trata-se de uma regulamentação geral de proteção de dados, criada inicialmente a partir de 2016, como uma possível normatização de padrões para proteção de dados organizacionais, respeitando regulamentações mundiais.

Caso ainda não tenha conhecimento ou obtida alguma informação sobre este assunto, recomendo acessar: https://www.gdpr.associates/what-is-gdpr/

Continuando, não vou me aprofundar no conceito, normas e padrões estabelecidos pelo GDPR, mas sim quero compartilhar com vocês esta recurso existente no Management Studio, que pode justamente ser muito útil para possibilitar uma melhor organização dos seus dados, como também, estabelecer uma nova maneira de categorizar os mesmo.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 20 da sessão Para que serve. Então seja bem vindo ao #20 – Para que serve – Descoberta e Classificação de Dados.


Introdução

Adicionado a partir da versão 17.5 do Management Studio, o recurso Data Discovery and Classification se estabelece com uma nova ferramenta existente internamente no produto, com objetivo de nos permitir discovering (descobrir), classifying (classificar), labeling (rotular) e reporting (relatar) os dados confidenciais em seus bancos de dados.

No qual esta capacidade de descoberta e  classificação dos chamados dados confidenciais, sejam eles relacionados as áreas de negócios, financeiros, de serviços de saúde, marketing ou produção, podem desempenhar um papel fundamental na dimensão da proteção de informações organizacionais. A adoção desta nova funcionalidade implementada no Microsoft SQL Management Studio possível de ser utilizada a partir da versão 2008 e disponível até as atuais versão, nos possibilidade adotar:

  • Padrões de privacidade de dados e aos requisitos de conformidade regulamentar, como o GDPR; e
  • Controlar o acesso, fortalecendo a segurança de bancos de dados/colunas que contêm dados altamente confidenciais.

Data Discovery and Classification apresenta um conjunto de funcionalidades internas, que representam uma coleção de parametrizações para identificação e categorização de dados, que estabelecem uma camada de proteção de informações aplicadas de forma direta e transparente em nossos bancos de dados armazenados diretamente no Microsoft SQL Server, possibilitando e objetivando a proteção dos dados, não apenas do banco de dados, como também para os seguintes elementos:

  • Discovery & recommendations (Descobertas e Recomendações) – Através do mecanismo de classificação, é realizada uma verificação no banco de dados, permitindo identificar as possíveis colunas que contenham dados elegíveis a serem considerados confidenciais.
  • Labeling (Rótulos e Identificações) – Basicamente reconhecida como uma etiqueta ou rótulo de classificação de confidencialidade que estabelecem marcas de persistência em colunas, característica que nos ajuda e diferenciar estes dados de um outro dado “considerado comum”; e
  • Visibility (Visibilidade) – Estado de classificação do banco de dados que permite ser exibido em um relatório detalhado que pode ser impresso/exportado para ser usado para fins de auditoria e conformidade, bem como para outras necessidades.

Acredito que até aqui esteja tudo tranquilo, espero que você possa estar entendendo os conceitos, para que possamos evoluir a partir de agora na prática, que também será bastante simples de ser utilizada.

Como descobrir, classificar e rotular colunas confidenciais

Vamos então conhecer de forma prática como podemos estabelecer esta forma de classificação e rotulação dos nossos dados, no qual utilizaremos o Microsoft SQL Server Management Studio, tendo como base um banco de dados muito propicio para o ano de 2018.

Pois bem, em nossa prática vamos utilizar um banco de dados denominado Fifa2018 que possui todos os dados existentes no game Fifa 2018 produzido pela EASports, jogado mundialmente nos principais consoles de videogame. Caso você queria fazer o download deste banco de dados disponível para o SQL Server 2016 ou 2017, utilize este link Fifa2018.bak (por questões de compatibilidade com a plataforma wordpress, o arquivo de backup foi renomeado, tendo em seu nome o acréscimo da extensão .doc, sendo assim, basta após realizar o download remover a respectiva extensão).

Mas antes de realizarmos a classificação de forma prática, vale ressaltar que existem dois elementos muito importantes a serem entendidos, denominados:

  1. Labels (Rótulos) – os atributos de classificação principais, são usados para definir o nível de confidencialidade dos dados armazenados na coluna; e
  2. Information Types (Tipos de informações) – Nos fornecem uma granularidade adicional para o tipo dos dados armazenados na coluna, elemento que nos permite identificar de uma maneira mais especifica cada dado contido em sua respectiva coluna.

Passo 1

Dando continuidade, seguimos em frente, agora realizando de maneira prática os processos de descoberta, classificação e rótulo dos nossos dados, posteriormente vamos gerar um relatório que nos permitirá entender de forma gráfica as categorizações atribuídas para nossos respectivos dados, para tal recomendo que você acesso seu Management Studio e conecte em sua instância, procedimento o qual eu já realizei, conforme a Figura 1 abaixo apresenta:

Figura 1 – Instância local do Microsoft SQL Server 2017 conectada.

Passo 2

Nosso próximo passo será selecionar banco de dados Fifa2018, clicando com o botão da direita, posteriormente na opção Task e por último na opção Classify Data conforme ilustra a Figura 2 a seguir:

Figura 2 – Acessando a ferramenta Classify Data existente no Management Studio.

Passo 3

Ótimo, a partir deste momento, o Management Studio acaba de abrir a ferramenta Classify Data, que nos permite realizar os procedimentos de descoberta, classificação e identificação do dados existentes nas tabelas que compõem do banco de dados Fifa2018, conforme apresenta a Figura 3 abaixo:

Figura 3 – Data Classification disponível para classificação dos dados.

Analisando a Figura 3 apresentada acima, podemos observar que em sua barra de status é exibida uma mensagem informando que existem 5 colunas neste base dados que possivelmente podem ser reconhecidas como colunas de dados confidencias.

Você pode estar se perguntando como esta ferramenta realiza este tipo de análise, a resposta é bem simples, neste caso, a análise foi realizada tendo com base as simulações que eu executei justamente para poder escrever este post, por padrão ao ser inicializada pela primeira em um determinado banco de dados a Classify Data não possui informações suficientes para descobrir estas possíveis colunas.

Passo 4

Legal, o próximo passo será muito simples e tranquilo, para poder realizar a classificação dos dados, vamos clicar no botão Add Classification, existente barra de ferramentas.

Ao clicar no botão Add Classification, será apresentada uma nova ribbon chamada Data Classification ao lado direita da sua tela, a qual permitirá que você realiza das respectivas categorizações dos seus dados, de acordo com a tabela, coluna, tipo da informação e rótulo de importância ou sensibilidade do dado (Sensitivity Label), conforme apresenta a Figura 4:

Figura 4 – Barra de Ferramenta – Botão Add Classification e Ribbon – Data Classification.

De posse desta ribbon, você poderá criar suas respectivas classificações de dados, para tentar de ajudar e padronizar nossa prática, a Figura 5 a seguir ilustra o conjunto de classificação dos dados que eu realizei que podem servir como base para que você estabeleça em seu ambiente as respectivas classificações:

Figura 5 – Data Classification realizada.

Importante: Analisando a Figura 5, podemos notar a utilização de cinco colunas diferentes em nossa prática, todas existentes na tabela PlayerAllData, além disso, a coluna Sensitivity Label apresenta rótulos de sensibilidade diferentes para cada coluna, o que nos permite justamente identificar a existência de diversos rótulos, sendo este, um elemento importante para vai nos permitir ou não mostrar este dado em determinados procedimentos aos quais nosso banco de dados venha a ser envolvido.

Passo 5

Muito bem, você conseguiu, agora vamos avançar mais um pouco, já estamos quase no final, nosso próximo e extremamente importante passo consiste em salvar este conjunto de classificação de dados realizado anteriormente, para isso, nada mais claro e óbvio que clicar no botão Save “salvar” existente na barra de ferramentas da Classify Data, sendo assim, mãos no mouse e clique no botão Save.

Após realizar o procedimento de salvar, temos a partir de agora um conjunto de classificação e rotulamento de dados definido em nosso ambiente, o que nos permite realizar análise do nível se importância, confidencialidade e sensibilidade dos dados aqui definidos de acordo com nossas regras de negócio.

Passo 6

Nosso último passo esta relacionado com a capacidade de análise que esta nova ferramenta Classify Data nos permite fazer, tendo a disponibilidade de gerar um relatório contendo as informações referentes ao conjunto de classificação de dados que nós definimos no Passo 4, com isso, possibilitando estabelecer uma possível análise para posterior tomada de decisão no que se relacionada as colunas selecionadas como possíveis dados confidenciais ou dados organizacionais.

Para realizar este passo, vamos clicar no botão View Report (Exibir Relatório), procedimento que realizará o processamento e apresentação do relatório criado pelo Classify Data contendo o conjunto de informações relacionadas a nossa classificação de dados, conforme apresenta a Figura 6 abaixo:

Figura 6 – Data Classification Report – Relatório de Classificação de Dados.

Pronto, ai esta nosso relatório, simples, rápido e prático, nosso conjunto de classificação de dados apresentado, nos permitindo entender de forma gráfica os procedimentos de descoberta, classificação e rotulagem de dados.

Com isso chegamos ao final do post de número 20 da sessão Para que serve. Gostou?

Fale a verdade este post foi fácil, tranquilo? Não é mesmo!


Referências

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/relational-databases/security/sql-data-discovery-and-classification

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/sql-data-discovery-and-classification

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/dynamic-data-masking

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/encryption/always-encrypted-database-engine

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/24/17-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/01/16-para-que-serve/

Conclusão

Estamos vivendo um mundo cada vez mais tecnológico, conectado, rápido, evolutivo e muito agressivo no que se diz respeito ao valor de uma informação para nós usuário e principalmente para empresas.

Atender justamente a este conjunto de exigência diárias, satisfazendo também os órgãos mundiais em suas definições, normas e obrigações acabam exigindo de qualquer empresa um constante acompanhamento e cumprimento de deveres. Desta forma, a Microsoft esta se adequando uma nova realidade e preocupação que cresce a cada dia, como proteger de forma mundial os dados e futuras informações geradas a todo os momentos por cada um dos indivíduos e organizações existentes em nosso planeta, sabendo da importância de se respeitar as leis, normas e padrões organizacionais e governamentais.

Neste post, você conheceu pouco sobre como o Microsoft SQL Server esta preparado para atender estas leis, através da nova ferramenta adicionada internamente no Management Studio, chamada de Data Discovery and Classification, na qual nos permite através do recurso Classify Data estabelecer a classificação dos nossos dados armazenados em cada coluna existente em um banco de dados, e não somente isso, definir o nível de importância deste dado, como também, a sensibilidade do mesmo para ser apresentado ou envolvido em algum tipo de procedimento de acesso ou manipulação, visando garantir e fortalecer que esta dado deve ser tratado de forma diferenciada em comparação com um possível “dado comum”.

Sem dúvida uma grande ferramenta adicionada ao Microsoft SQL Server, que mostra o quanto a Microsoft e seus respectivos times de produto estão envolvidos preocupados em atender e respeitar todas as possíveis leis, normas e regras.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Boa noite e uma ótima quinta – feira.

Até mais.

 

 

 

Microsoft adquire PlayFab, fornecedora de serviços de backend para jogos em na nuvem


No final do mês de janeiro a Microsoft realizou a compra e aquisição da empresa PlayFab,  fornecedora de plataforma de serviços backend para construir, desenvolver e lançar jogos conectados à nuvem, conforme anúncio feito por Kareem Choudhry.

Como Satya Nadella, nosso CEO, observou na reunião anual de acionistas: “Estamos nos mobilizando para seguir nossa ampla oportunidade em um mercado de mais de 100 bilhões de jogos. Isso significa ampliar nossa abordagem sobre como pensamos os jogos de ponta a ponta, como começá-los e a maneira que estão sendo criados e distribuídos, e como são jogados e visualizados.”

Mais de 1 bilhão de pessoas jogam videogame, alimentando uma indústria próspera cujo ecossistema está evoluindo e crescendo rapidamente. Muitos setores estão mudando para a nuvem inteligente, e essa tendência é verdadeira também na área de jogos. Isso significa que um número crescente de desenvolvedores procura criar jogos conectados para dispositivos móveis, PCs e consoles, que tenham ênfase nas operações pós-lançamento. No entanto, o custo e a complexidade de alcançar esse resultado por meio de ferramentas e tecnologias personalizadas do servidor são altas, e a PlayFab oferece aos desenvolvedores um modelo atraente que varia naturalmente com os jogadores de seus games.

Os serviços de backend da PlayFab reduzem as barreiras do lançamento para os desenvolvedores de jogos, oferecendo soluções de desenvolvimento com bom custo-benefício para estúdios grandes e pequenos, que escalam seus jogos e os ajudam a engajar, reter e rentabilizar os jogadores. A PlayFab permite que os desenvolvedores usem a nuvem inteligente para criar e operar jogos, analisar dados e melhorar as experiências gerais dos títulos.

A plataforma PlayFab é um complemento natural do Azure para jogos (Visite azure.com/gaming para mais informações). O Azure, disponível localmente em 42 regiões em todo o mundo, fornece infraestrutura de servidores de primeira linha, permitindo que os criadores se concentrem na construção de ótimos jogos com alcance global. Para os jogadores, isso leva a um grau de inovação mais alto e rápido, além de melhores experiências.

Incorporar a experiência da PlayFab, a crescente rede de desenvolvedores de jogos e a poderosa plataforma de jogo como serviço em nossa oferta de produtos é um passo importante para os jogos na Microsoft. A PlayFab atendeu mais de 700 milhões de jogadores e atualmente abriga mais de 1.200 jogos de empresas como Disney, Rovio e Atari. Sua plataforma de jogos inclui alguns dos títulos mais proeminentes do setor, como “Idle Miner Tycoon”, “Angry Birds: Seasons” e “Roller Coaster Tycoon Touch”.

Juntos, o Azure e a PlayFab vão liberar ainda mais o poder da nuvem inteligente para o setor de jogos, permitindo que os desenvolvedores e gamers apreciem em todo o mundo.”

As ferramentas da PlayFab são projetadas para ser usadas por desenvolvedores de jogos em todas as plataformas (móveis, PC e console). Essa aquisição amplia os investimentos e o trabalho que fizemos no Microsoft Azure para fornecer uma plataforma de nuvem de primeira linha para o setor de jogos.

Microsoft anuncia a compra da PlayFabPara mais informações sobre a PlayFab, acesse um post no blog de James Gwertzman, CEO e co-fundador.

Fontes e Direitos Autorais: 

Microsoft lança o Windows 10 Creators Update


A Microsoft lançou hoje, 11 de abril, o Windows 10 Creators Update, terceira grande atualização para o novo sistema operacional da empresa.

A primeira, conhecida pelo codinome Threshold 2 (ou Windows 10 v1511), foi lançada em novembro de 2015. Já a segunda, conhecida como Windows 10 Anniversary Update (ou Windows 10 v1607) foi lançada em agosto de 2016.

Lançamento do Windows 10 Creators Update

O Windows 10 Creators Update, conhecido oficialmente como Windows 10 v1703, poderá ser obtido gratuitamente via Windows Update a partir desta terça-feira.

Ele também está disponível desde o dia 5 através do novo Assistente de Atualização e da Media Creation Tool, uma ferramenta que pode ser utilizada para a criação de uma nova mídia de instalação (ISO, DVD ou pendrive) e para atualização de uma instalação existente do Windows 10.

Microsoft lança o Windows 10 Creators Update

As ISOs do Windows 10 Creators Update também já estão disponíveis para os assinantes da MSDN e uma versão de avaliação do Windows 10 Enterprise v1703 pode ser obtida no TechNet Evaluation Center.

Sobre o Windows Update, é importante destacar que nem todos receberão a atualização imediatamente com este método. A disponibilidade terá início globalmente hoje para PCs, mas algumas regiões devem receber a atualização antes de outras. Já o Windows 10 Mobile Creators Update será lançado no dia 25 de abril.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com  –

Windows 10 terá ferramenta de gravação de tela


Windows 10

Uma boa notícia para quem produz conteúdo de games ou tutoriais em vídeo – o Windows 10 conta com uma ferramenta nativa de gravação de tela. A novidade já está disponível na versão Beta do sistema operacional, que está há meses nas mãos de usuários interessados, e faz parte de um kit de ferramentas voltadas especificamente para jogos. Apesar disso, a funcionalidade pode ser utilizada em qualquer aplicativo.

Gratuito e presente em todas as versões do sistema operacional, o recurso pode ser acessado por meio do aplicativo Xbox ou também a partir do atalho Windows + G, no teclado, que dá acesso a “barra de Jogos”. A partir dela, é possível tirar screenshots instantaneamente ou iniciar a gravação a partir de botões dedicados ou outras combinações de teclas.

Funções avançadas também estão disponíveis e permitem que o usuário escolha o formato de vídeo a ser gravado, além de sua qualidade e tamanho final. Dá, ainda, para fixar um limite de tempo para as gravações, dividindo sessões mais longas em partes de forma a não gerar arquivos gigantescos. Todos podem ser acessados a partir de uma pasta dedicada de vídeos.

Windows 10 Game Bar

A ideia, aqui, é facilitar a vida de quem produz gameplays, mas é interessante notar que a Microsoft pensou em todo seu espectro de usuários na hora de criar a funcionalidade. Mais do que isso, a inclusão da novidade vem como uma ótima notícia para quem depende de aplicativos de terceiros para realizar essa função, muitos deles pagos ou com uma qualidade que deixa a desejar em suas versões gratuitas.

O Windows 10 chega em 29 de julho para usuários domésticos e corporativos. Quem tem as versões 7 e 8 do sistema operacional terá direito a um upgrade gratuito.

Fonte: Beta News e Redação – CanalTech.com.br – 21/07/2015 – 09h47.

ACOMPANHE AO VIVO O EVENTO SOBRE O WINDOWS 10


A Microsoft divulgou o link onde será possível acompanhar ao vivo o evento sobre o Windows 10 que será realizado no dia 21 de janeiro.

Acompanhe ao vivo o evento sobre o Windows 10

EVENTO SOBRE O WINDOWS 10

Intitulado Windows 10: The Next Chapter, o evento sobre o Windows 10 será realizado na sede da Microsoft e poderá ser acompanhado ao vivo através deste link a partir das 15:00 no horário de Brasília.

Satya Nadella, CEO da Microsoft, e Terry Myerson e Joe Belfiore, da equipe do Windows, e Phil Spencer, responsável pela divisão Xbox, falarão durante o evento.

Detalhes específicos sobre o que será abordado durante o evento sobre o Windows 10 não foram divulgados, mas é possível que a versão para dispositivos móveis também seja apresentada.

Durante o evento a Microsoft também anunciará a disponibilidade de um novo build do Windows 10 para os usuários registrados no Windows Insider Program.

Ao final da transmissão, o vídeo do evento também será disponibilizado para quem não pôde acompanhar o evento ao vivo.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 15 JAN 2015 | 8:23 AM

MICROSOFT ANUNCIA UNIVERSAL WINDOWS APPS


A Microsoft anunciou na quarta-feira (2), durante a conferência Build, o Universal Windows Apps, que vai permitir que um aplicativo seja utilizado em várias plataformas e produtos da empresa.

Agora, desenvolvedores criarão um único app ou game e, com poucos ajustes, irão disponibilizá-los para Windows 8.1, Windows Phone 8.1 e Xbox One.

Universal Windows Apps: aplicativos poderão ser usados em vários produtos Microsoft

Universal Windows Apps: aplicativos poderão ser usados em vários produtos Microsoft

UNIVERSAL WINDOWS APPS: COMPRE APENAS UMA VEZ
Com isso, a empresa espera que mais pessoas desenvolvam softwares para seus produtos. Entre as plataformas móveis, por exemplo, o Windows Phone é a que tem menos opções de apps. Segundo a Microsoft, os códigos para criação de aplicativos, feitos com auxilio do Visual Studio, são parecidos.

“Google e Apple têm uma forma diferente de ver o mercado: eles querem que você crie um app para tablet e outro para celular”, alfinetou o vice-presidente de sistemas operacionais, David Treadwell, durante o evento. O executivo ainda disse que serão utilizadas linguagens como C++ e JavaScript. Também será possível usufruir do DirectX.

O CEO da companhia, Satya Nadella, ressaltou que “agora não será necessário comprar um mesmo aplicativo para smartphone e PC”. Isso também vai unificar a loja de aplicativos para sistemas da Microsoft. “E por ser um único app, tudo que estiver na nuvem será automaticamente sincronizado entre os dispositivos.”

Outra vantagem é que o usuário poderá continuar executando uma tarefa em diferentes sistemas e gadgets – desde que o app seja multiplataforma. Assim, se um e-mail for lido no smartphone, ele aparecerá como lido no mesmo momento na tela do computador. “Todos queremos a mesma experiência em apps entre todos dispositivos”, acrescentou Nadella.

“Todos os desenvolvedores podem utilizar suas habilidades para entregar experiências universais para Windows Phone 8.1 e para o Windows 8.1 Update, que usa aproximadamente 90% do mesmo código para telefones, tablets e PCs, traz o IE11 em ambos os dispositivos.

Além de permitir a criação de um único e universal aplicativo que tem como alvo todos os dispositivos do Windows”, informou a Microsoft em comunicado oficial sobre o Universal Windows Apps.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – VINICIUS BRINO.

Microsoft ‘Threshold’, a nova geração do Windows


Windows-Logo-NatureMeses atrás, surgiram algumas informações sobre os planos da Microsoft para a nova geração do Windows, que deve ser lançado em 2015. Agora, novas informações divulgadas pela jornalista Mary Jo Foley indicam que esta nova geração é conhecida pelo codinome ‘Threshold’.

Microsoft ‘Threshold’, a nova geração do Windows

De acordo com a jornalista, as fontes confirmaram que Terry Myerson, Vice-Presidente Executivo da Microsoft, mencionou o codinome “Threshold” em um e-mail interno sobre os planos da empresa para a sua divisão de sistemas operacionais.

Se tudo prosseguir de acordo com o que foi planejado, a linha “Threshold” incluirá atualizações para os três sistemas operacionais da Microsoft – Windows, Xbox OS (usado pelo Xbox One) e Windows Phone. Com estas atualizações, os três sistemas terão ainda mais elementos em comum.

A jornalista afirma que o codinome ‘Threshold’ não se refere a uma versão específica do Windows, mas sim a uma nova leva de sistemas operacionais para smartphones, consoles, computadores, tablets e outros aparelhos.

O Xbox OS, Windows 8.x e Windows Phone utilizam como núcleo o kernel NT e, como já foi informado anteriormente, a Microsoft também está trabalhando para unificar as lojas de aplicativos e assim oferecer uma experiência consistente em diferentes plataformas. Já o ‘Threshold’ é mais um passo em direção à unificação dos sistemas operacionais.

Com a linha, a Microsoft planeja suportar o mesmo “núcleo principal de atividades” em diferentes plataformas. Entre estas atividades, estão expressão, criação e edição de documentos, tomada de decisões, gerenciamento de TI e “diversão”.

Mas, antes que a empresa concentre os seus esforços no ‘Threshold’, ela planeja lançar uma atualização para o Windows 8.1 conhecida como Windows 8.1 Update 1. Esta atualização será lançada na mesma época do lançamento do Windows Phone 8.1 (Windows Phone “Blue”) no segundo trimestre de 2014.

Mais informações sobre a nova geração do Windows devem começar a ser divulgadas nos próximos meses.

Fontes e Direitos Autorais: BABOO – Por Sid Vicious | em 02/Dez/13 |

Pré-venda do Xbox One no Brasil começa nesta quarta-feira


A Microsoft anunciou em seu blog oficial que a pré-venda do Xbox One no Brasil começa nesta quarta-feira, dia 26 de junho. O console estará disponível em mais de uma dúzia de varejistas e será vendido por R$ 2.199, em um pacote especial que inclui um código para o download de uma conquista extra na Xbox Live (Day One Achievement), controle e embalagem especial.

Anunciado em 21 de Maio nos EUA, o Xbox One é sucessor do atual Xbox 360. O aparelho é baseado em um processador AMD de oito núcleos, tem 8 GB de RAM, um HD de 500 GB e um leitor de Blu-Ray. Uma versão atualizada do sensor Kinect, capaz de detectar melhor movimentos e comandos de voz, será inclusa com cada console.

Além dos jogos a Microsoft destaca a capacidade do console de funcionar como o centro do seu sistema de entretenimento doméstico, seja através do acesso a serviços de streaming de vídeo (como o Netflix), seja através da integração com sintonizadores de TV a cabo e programação de TV ao vivo, embora ainda não haja detalhes sobre como este último recurso irá funcionar no Brasil.

Segundo a Microsoft, os gamers irão encontrar mais de uma dúzia de jogos exclusivos para o console já no dia do lançamento.

Fontes e Direitos Autorais: PCWorld.com – Rafael Rigues – 25-06-2013.

Xbox 360 pode ser conectado ao Xbox One, diz MS


Major Nelson: medida pode ser usada para aproveitar interface e recursos do Xbox One

São Paulo – O Xbox 360 poderá ser conectado ao Xbox One usando a entrada HDMI-in do console. A novidade foi revelada pelo diretor da Xbox Live, Larry Hryb (também conhecido como Major Nelson), em entrevista ao site Reddit.

“Absolutamente. Você com certeza poderá plugar o Xbox 360 na parte traseira do Xbox One – foi uma de minhas primeiras questões quando ouvi falar sobre a entrada HDMI-in”, disse Hryb na ocasião.

O executivo não detalhou quais seriam os benefícios trazidos por ligar os dois consoles, mas a pergunta dizia respeito à possibilidade de uso da nova interface do Xbox One e dos novos recursos do console. É provável que, fazendo a ligação, seja possível acessar os jogos e toda a biblioteca do Xbox 360 via Xbox One.

Hryb garantiu que o mesmo vale para uma ligação com um PC rodando Windows 8. Ele salienta que o Xbox One é o único console com entrada HDMI-in (e não apenas “out”), permitindo que o sinal não seja apenas enviado para a tela, mas também recebido pelo próprio console.

Rumores sobre a possibilidade de uma entrada HDMI-in já tinham circulado em abril, mas as funções da entrada ainda não tinham sido discutidas pela Microsoft.

Servidores – Uma pergunta mais espinhosa citada durante a entrevista dizia respeito ao suporte aos jogos de Xbox One acabar junto com o fim do console – já que todos os games precisarão de conexão para rodar. “Nós nem começamos essa geração, então ainda é muito cedo para falar sobre o fim dela. Mas isso é certamente algo que não faríamos. (…) Esse sistema foi criado para ser flexível”, disse Hryb.

Da mesma forma, o executivo garantiu que usuários banidos da Live não serão privados de seus jogos no Xbox One. “Você sempre terá acesso aos jogos que comprou”, afirmou o executivo. “É seguro dizer que os gamers vão amar nossa visão do futuro e o que vamos oferecer para os jogos”, concluiu, ressaltando que o lado bom do modo sempre conectado é a possibilidade de acessar o acervo onde quer que o jogador esteja.

O Xbox One chegará ao Brasil em novembro por 2.199 reais.

Fontes e Direitos Autorais: • segunda, 17 de junho de 2013 – 08h59.

Microsoft lançará Xbox para ganhar mercado


A Microsoft aposta no lançamento para ganhar uma fatia maior na indústria de games

São Francisco/Seattle – A Microsoft se prepara para causar impacto esta semana com o lançamento da aguardada nova geração do console de videogames Xbox, oito anos após a chegada da última versão do aparelho.

 

A companhia busca uma fatia maior na indústria de jogos, que movimenta 65 bilhões de dólares por ano, mas o dispositivo enfrentará grande concorrência do PlayStation 4, da Sony, e do Wii U, da Nintendo, em um mercado que está em transformação.

Os fãs estão se voltando para jogos online, o tem sugerido que os dias de glória dos games em consoles estão para acabar, ao mesmo tempo em que Microsoft quer que o seu novo e elegante brinquedo finalmente ocupe o centro do entretenimento da família.

 

“Os jogadores estão muito ansiosos por uma nova máquina, mas a diferença entre 2005 e agora é que os riscos são muito maiores”, disse o editor-executivo de entretenimento do site IGN.com, Ryan McCaffrey, comentando o lançamento da última versão do Xbox.

 

“Toda a experiência Xbox da Microsoft era para ser a peça central da sala de estar.” Tendo em vista essa meta, os observadores da indústria estão esperando uma série de melhorias no novo Xbox, quando a Microsoft lançar o produto em sua sede, em Redmond, Washington, na terça-feira.

 

A expectativa é que o aparelho traga uma maior integração com a televisão e conexões com dispositivos móveis de conteúdo, até mesmo exclusivo.

 

Consoles de videogames ainda abocanham a maior parte do mercado de jogos — cerca de 42% dos 65 bilhões de dólares, segundo a Microsoft. Mas ganham terreno rapidamente os jogos em smartphones e tablets, num desdobramento das redes sociais.

 

Vendas de consoles entraram em declínio durante os últimos quatro anos, principalmente por causa do envelhecimento dos aparelhos. O Nintendo Wii U, lançado em novembro, vendeu apenas 3,45 milhões de unidades até o final de março, bem abaixo da previsão inicial da empresa de 5,5 milhões. Enquanto isso, as expectativas de vendas do PS4 da Sony são baixas.

 

Lewis Ward, analista da empresa de pesquisa de mercado de tecnologia International Data Corp, calcula que cerca de 250 milhões de Xbox 360, PlayStation 3 e Nintendo Wii foram vendidas entre 2005 e 2012.

 

“Eu acho que os consoles como uma categoria de produto podem ter atingido o pico e a próxima geração de dispositivos não chegará a esses totais (de venda)”, comentou.

 

O Xbox em si não é um item financeiro fundamental para a Microsoft. A unidade de dispositivos de entretenimento deve alcançar 10 bilhões de dólares em vendas pela primeira vez este ano, mas isso é metade das vendas da área responsável pelo Windows, e muito menos rentável, com média de menos de 15% de margem de lucro, em comparação com 60% ou mais para Windows ou Office.

 

Entretanto, o Xbox ainda é uma arma importante na estratégia da Microsoft contra Google, Apple, Amazon.com e outras grandes empresas que tentam se tornar peça central na vida dos consumidores. “Este novo Xbox tem uma importância enorme para a Microsoft. É peça de uma guerra maior que a empresa está travando. Eles querem estar totalmente integrados ao consumidor, seja na sala de estar, seja por meio de aparelhos móveis”, disse P.J. McNealy, presidente da Digital World Research.

 

Enquanto isso, McCaffrey, da IGN.com, afirmou: “Eles vão tentar capturar público casual com entretenimento enquanto por outro lado tentarão manter os jogadores interessados.”

 

“Eles querem que o console fique ligado o tempo inteiro, seja uma mãe assistindo a um vídeo, o filho jogando videogame e o pai vendo o jogo de beisebol, este é o objetivo deles.”
Fontes e Direitos Autorais:  .

Microsoft revelará novo Xbox nesta terça-feira


Novo Xbox: sigilo garantiu poucos vazamentos sobre o novo console da Microsoft

São Paulo – O sucessor do Xbox 360 será revelado nesta terça-feira (21) pela Microsoft. A empresa realizará um evento em sua sede em Redmond, nos Estados Unidos, às 10h (horário de Brasília), para fazer o anúncio oficial.

Diferente do caso do PS4, apresentado pela Sony em 20 de fevereiro, o novo Xbox não sofreu com diversos vazamentos de fotos e informações – nem mesmo o nome do console, que pode ser Xbox 720, Xbox 8, Xbox Infinity, Novo Xbox ou apenas Xbox, parece ter consenso entre os boatos.

Conheça todos os rumores sobre o Xbox 720 

Imersão – Tudo indica que o novo Xbox terá diferenciais importantes com relação ao Wii U e ao PS4, que formam por enquanto a oitava geração dos consoles. Os periféricos devem ser um desses fatores de destaque, principalmente com o IllumiRoom. Trata-se de um projetor que expande o campo de imagens dos jogos, que normalmente ficam restritos ao monitor, para toda a parede da sala, ampliando significativamente a visualização de cenários nos games. Este projetor já foi apresentado oficialmente pela Microsoft, mas a empresa ainda não confirma seu uso no novo Xbox.

 

Veja demonstração do IllumiRoom divulgada pela Microsoft

Rumores dão conta de dois adicionais que podem tornar a experiência do Xbox 720 ainda mais imersiva: uma nova versão do Kinect (com melhoria no hardware, melhor captação de áudio e melhor reconhecimento de voz, expressões faciais, profundidade de sala e formas corporais) e os Kinect Glasses, óculos de realidade aumentada que supostamente possibilitariam a visualização de personagens e outros elementos de jogo na sala de estar no contexto do jogo.

Polêmica – Um boato que ganhou enorme proporção foi o do novo console necessitar de conexão em tempo integral para funcionar. A medida seria uma forma de conter a pirataria, exigindo códigos de ativação para todos os jogos, e acabaria também, de forma colateral, com a possibilidade de utilizar jogos usados.

Recentemente, um suposto memorando vazado da Microsoft indicava que a característica não está sendo cogitada em função da conexão de banda larga ainda não ser popularizada, podendo prejudicar a experiência de jogo de muitos consumidores.

Independente disso, há grande possibilidade dos lançamentos digitais desde o primeiro dia serem uma constante no novo Xbox – o que já seria um golpe maciço sobre os jogos vendidos em mídia física para o console.

Entre as demais especulações sobre o novo Xbox, estão a mudança do disco de DVD para Blu-ray de 50GB, uma maior integração com o recurso SmartGlass (tornando dispositivos móveis em uma segunda tela para o console) e uma grande quantidade de aplicativos para ampliar ainda mais a capacidade do console enquanto media center.

Confira quais são os 5 serviços que precisam melhorar no novo Xbox

Entre os possíveis jogos para o novo Xbox, alguns títulos multiplataforma já foram anunciados para “consoles da próxima geração”, como Call of Duty: Ghosts, Assassin’s Creed IV: Black Flag e Wolfenstein: The New Order. Entre os games exclusivos, é possível esperar continuações de franquias de sucesso como Halo, Gears of War e Forza, que supostamente já estão em desenvolvimento e podem ser anunciados oficialmente amanhã.

Saiba quais são as 5 franquias que queremos de volta no novo Xbox

Os boatos indicam que o console custará 500 dólares em sua versão mais parruda, mas deve ganhar também uma alternativa mais leve. Os jogos custariam 70 dólares e a chegada do novo sistema ao mercado ocorreria entre novembro e dezembro deste ano.

Boa parte dessas confirmações devem ocorrer amanhã, às 10h, quando a Microsoft revelar o novo Xbox – que será o “vencedor da próxima geração” na opinião do criador da Atari, Nolan Bushnell.

Fontes e Direitos Autorais: 

• segunda, 20 de maio de 2013.

Xbox 720 não exigirá conexão em tempo integral, diz site


Xbox 720: um dos rumores mais sólidos do novo Xbox foi rebatido por e-mail interno da MS

São Paulo – Os inúmeros rumores sobre a necessidade de conexão em tempo integral doXbox 720 são falsos, de acordo com um e-mail interno da Microsoft.

O memorando, obtido pelo site Ars Technica, diz: “Durango (codinome do novo Xbox) foi criado para oferecer o futuro do entretenimento, mas também projetado para ser tolerante com a internet de hoje. Existem vários casos em que nossos usuários vão querer usar o aparelho sem estarem conectados e, nessas ocasiões, o console deverá funcionar independente da conexão.”

Supostamente, o e-mail foi enviado para diversos membros da equipe da Microsoft, e indica que essa medida não influirá apenas sobre os games, mas também sobre discos de Blu-ray e televisão ao vivo.

O site não esclareceu quando o e-mail foi enviado aos desenvolvedores.

Rumores – Até agora, todos os boatos indicavam que o Xbox 720 exigiria conexão em tempo integral. Até mesmo as informações reveladas pelo jornalista Paul Thurrott, que tinha acertado a data de anúncio do novo Xbox, endossavam a peculiaridade.

O modo “sempre online” serviria em parte para acabar com a pirataria, seguindo modelo semelhante ao empregado nos recentes Diablo III e SimCity. Além disso, a medida também conteria a utilização de jogos usados por meio de códigos de ativação. Em geral, a possível mudança está sendo repudiada pelo mundo gamer.

O próprio Xbox 720 e todos detalhes sobre o novo console serão revelados pela Microsoft no próximo dia 21, na sede da empresa em Washington, nos Estados Unidos. A companhia promete um anúncio que “marcará o início de uma nova geração para games, televisão e entretenimento”.

Fontes e Direitos Autorais: 

• segunda, 06 de maio de 2013.

Com ou sem desktop? Como a Microsoft pode repensar a interface do Windows


Toda franquia veterana de cinema eventualmente precisa de um “reboot” para ganhar novo fôlego. Pense em Star Trek e James Bond, por exemplo. Os sistemas operacionais não são diferentes, especialmente os da Microsoft.

Depois de receber duras críticas pelo Windows 8, o que será que a empresa tem na manga para o Windows 9? Nunca é cedo demais para especular sobre o que vem por aí, especialmente considerando os rumores de que a Microsoft prepara para meados deste ano uma atualização do sistema chamada “Windows Blue”.

A empresa terá que conseguir um perfeito equilíbrio em sua próxima versão do Windows: manter a atual base de usuários satisfeita enquanto prossegue com a transição do velho paradigma do desktop para sua nova interface baseada em toque. E pelo estado atual das coisas no Windows 8, ainda há muito o que melhorar.

Como era de se esperar, a Microsoft não respondeu às nossas perguntas como pretende evoluir o Windows no futuro. Portanto fizemos uma sessão de “brainstorming”, com a ajuda de alguns especialistas, para determinar quais os possíveis caminhos futuros.

Morte ao desktop

No Windows 8 a Microsoft rebaixou a tradicional interface desktop. Em vez de ser a atração principal quando o PC é ligado, ela é apenas mais um app entre muitos outros na nova “Tela Iniciar”, um dos componentes do que a empresa chama de “Modern UI” (algo como “Interface Moderna”). O fato de que o Windows 8 é basicamente dois sistemas operacionais em um só deu fôlego à idéia de alguns aparelhos híbridos interessantes como o Surface Pro, mas também atraiu duras críticas daqueles que consideram o contraste entre o desktop e a nova Tela Iniciarconfuso demais.

win9ui_metro-360px.jpg
A “Interface Moderna” (Modern UI, antiga “Metro”) no Windows 8

Tom Hobbs, diretor de criação da consultoria de design Teague, diz que manter o desktop no Windows 9 seria um erro. “Acredito que uma das coisas que eles deveriam fazer é se livrar de todo o desktop completamente”, diz Hobbs. Nesse caso apenas o lado “touch” do Windows, e os apps especialmente desenvolvidos para ele, sobreviveria.

Mas será que os usuários – especialmente aqueles em ambientes corporativos – não iriam se revoltar? Talvez, mas o compromisso com a nova interface deixaria claro o caminho a seguir, tanto para os usuários quanto para os desenvolvedores, diz Hobbs. Não é muito diferente do que a Apple fez na transição entre o Mac OS 9 e o OSX, um sistema operacional que era incompatível com o software “legado” se não por uma camada de emulação integrada.

“Certamente haverá alguma resistência a isso”, disse Hobbs. “A adoção será lenta, mas ao mesmo tempo significa que as pessoas saberão para onde estão indo”.

A chave para a Microsoft, acredita Hobbs, é capitalizar em seus pontos fortes. Isso significa abandonar a luta para transformar o Windows em um “eletrônico de consumo” – deixando este segmento para a equipe do Xbox e aparelhos como o suposto “Xbox Surface”  – e em vez disso posicioná-lo como o melhor sistema “touchscreen” para empresas. Nesse cenário uma versão do Office para o Windows 9 otimizada para a nova interface seria essencial, claro, mas Hobbs também imagina a Microsoft reinventando o hardware dos PCs desktop com foco na sensibilidade ao toque.

Hobbs nos deu algumas sugestões sobre como este desktop “reimaginado” seria, e aqui está uma delas: imagine um PC All-In-One com a marca Surface, mas que possa ser manipulado à distância usando um sistema como o do Kinect, o sensor de movimentos do Xbox 360. Não é algo tão improvável assim.

Já vimos algumas amostras de tecnologias similares. Uma empresa chamada Leap Motion está lançando por US$ 70 um sensor de movimentos menor que um maço de cigarros que pode ser acoplado a qualquer PC com o Windows 8. A tecnologia é capaz de rastrear os movimentos de ambas as mãos (e todos os dez dedos) 290 vezes por segundo e detectar movimentos de apenas 0.01 mm (veja o vídeo acima). A ASUS diz que irá incluir a tecnologia de detecção de gestos da Leap em vários de seus notebooks mais sofisticados ainda em 2013.

Há outras formas de ir além do teclado e mouse, mas o sucesso depende de quão boa for a integração entre o hardware e o software. E esta integração é o tipo de coisa que segundo Steve Ballmer, CEO da Microsoft, a empresa quer fazer.

Mantenha o desktop para os fãs

Sejamos honestos: matar o desktop no Windows 9 seria uma medida extrema, e altamente improvável. Mas a Microsoft certamente poderia providenciar uma transição mais tranquila. O dekstop continuaria existindo, mas de uma forma que não parecesse tão destoante em relação à Interface Moderna.

Raluca Budiu, pesquisadora-chefe no Nielsen Norman Group, uma empresa especializada em pesquisa, auditoria, treinamento e consultoria em experiência do usuário, tem uma idéia de como isso poderia funcionar: em vez de oferecer um ambiente desktop completo, a Microsoft poderia oferecer algum tipo de modo de compatibilidade para os aplicativos desktop dentro da nova interface. Você ainda seria capaz de, por exemplo, rodar uma versão completa do Photoshop dentro de uma área autocontida, com seu próprio sistema de janelas. Enquanto isso outro programa desktop, por exemplo o iTunes, estaria confinado a sua própria área.

win9ui_desktop-360px.jpg
O desktop no Windows XP ainda é um favorito entre os usuários

Você perderia a capacidade de rodar aplicativos legados lado-a-lado numa só tela, mas nada da “bagagem” do ambiente antigo seria necessária. Você não teria um Painel de Controle separado, múltiplas versões do Internet Explorer, um gerenciador de arquivos separado ou barra de tarefas, todos recursos presentes no Windows 8 hoje.

“Deixe os apps “de PC” rodarem automaticamente nesse modo desktop… mas não forcem as pessoas a interagir com duas interfaces diferentes”, disse Budiu em uma conversa via e-mail. Em sua descrição, a Interface Moderna tomaria conta do sistema.

A sugestão de Budiu faz sentido em tablets com o Windows 9, onde o principal objetivo é o consumo de conteúdo. Mas em um PC tradicional, um ambiente desktop completo ainda faz sentido, especialmente para os usuários mais avançados que precisam lidar com várias janelas. E em um dispositivo híbrido como o Surface Pro, os usuários podem querer as duas interfaces lado-a-lado.

Então Budiu propõe uma abordagem alternativa, que é basicamente o que os veteranos do PC vem pedindo há muito tempo: separar as duas interfaces. Não joguem os usuários na Interface Moderna quando eles estão trabalhando no Desktop. Tragam de volta um Menu Iniciar projetado estritamente para lidar com as funções e atalhos do desktop. E impeçam que elementos da interface Moderna, como a lista de apps recentes e a barra de atalhos apareçam nos lados da tela, onde atrapalham o gerenciamento de janelas.

“Creio que se realmente quiséssemos oferecer ao usuário a flexibilidade tanto de um PC quanto de um tablet em um único aparelho, uma melhor separação dos dois modos ajudaria”, escreveu Budiu.

Mas qual é o melhor método? Deveria o Windows 9 fazer mais esforço para separar o desktop da interface Moderna, ou deveria colocar menos ênfase no desktop até que ele não seja mais necessário?

Que tal fazer uma coisa, e depois a outra? Desacoplar as duas interfaces poderia ser um ajuste simples, e uma ótima solução a curto-prazo se a Microsoft planeja lançar o “Windows Blue” neste ano. Mais tarde, quando a Microsoft tiver à disposição todo o software e hardware necessários para suportar um paradigma completamente baseado no toque, poderá fazer um rompimento total com o velho conceito.

Refinando a interface

Mesmo que a Microsoft decida mergulhar fundo na Interface Moderna no Windows 9, ainda tem bastante trabalho a fazer. Como apontado pelo Nielsen Norman Group em um recente estudo de usabilidade, o Windows 8 depende muito de comandos ocultos como a barra de menus que é acessada com um clique no botão direito do mouse, ou deslizando o dedo da borda inferior para o centro da tela. Como os usuários não sabem o que está nesses menus até que eles sejam abertos – a assumindo que eles saibam como chegar até eles – o design desperdiça tempo e causa confusão.

Budiu sugere que o Windows 9 poderia dar “pistas” visuais sobre que opções estão ocultas em uma barra de menu. Os aplicativos Modernos já tem bastante espaço vazio na parte de baixo da tela, então há espaço para ao menos dar uma dica sobre o conteúdo da barra de menu, seja usando ícones parciais ou texto.

Outra abordagem seria fazer o Windows mostrar todos os controles relevantes quando o aplicativo é aberto, e só após alguns segundos ocultá-los. Um comportamento que muitos aplicativos para o iOS já adotam. “Isto indica ao usuário que há algo escondido, e também dá a ele uma idéia do que pode ser”, disse Budiu.

dicaswin8_charms-360px.jpg

Os “Charms” nem sempre são fáceis de usar

A Microsoft também pode repensar a barra de atalhos na lateral direita da tela, chamada “Charms”. Atualmente é difícil demais acessar as configurações de um aplicativo: é necessário abrir a barra Charms, clicar em Configurações e aí procurar o menu adequado na barra, e você nunca sabe o que encontrará lá até começar a procurar. Mover os ajustes específicos a cada aplicativo para a barra de menu ajudaria a colocar os usuários no caminho certo, especialmente se esta mudança for acompanhada das “pistas” visuais sugeridas por Budiu.

Coloque os apps em destaque

Há um problema com essa idéia de matar o desktop no Windows 9 e apostar todas as fichas na Interface Moderna: os desenvolvedores de aplicativos não estão muito entusiasmados com o Windows 8, e não há garantia de a morte do desktop irá fazer com que mudem de idéia.

Segundo Michael Cherry, analista sênio da Directions on Microsoft, a empresa não tem feito o bastante para que isso aconteça. O principal problema é que a Microsoft não tem dado o exemplo com excelentes apps Modernos de sua própria autoria. Cherry nota que o Office tem servido como “modelo de comportamento” para os desenvolvedores de aplicativos para o Desktop, ilustrando a utilidade de conceitos como a barra de ícones e a interface Ribbon.

Não existe uma fonte de inspiração similar entre as apps Modernas da Microsoft, algumas das quais não tem recursos básicos quando comparadas às suas equivalentes no destkop. O app de e-mail, por exemplo, não suporta contas em servidores POP, algo extremamente popular. O app Reader é incapaz de editar documentos no formato PDF, e o Calendar não suporta convites para eventos ou o gerenciamento de tarefas. Mesmo o tão falado Skype para o Windows 8 não tem alguns dos recursos da versão Desktop, como o compartilhamento de telas, transferência de arquivos e videochamadas em grupo. E a Microsoft ainda não desenvolveu uma versão moderna do Office, e em vez disso escolheu enfiar alguns recursos para melhor compatibilidade com telas sensíveis ao toque no Office 2013.

Fontes e Direitos Autorais:  Jared Newman, PC World/EUA – 05 de março de 2013 – 17h00.

win9ui_apps-360px.jpg
Uma versão do Office otimizada para a nova interface? Ela ainda não existe.

“Com isso só me resta concluir que desenvolver apps para o Windows 8 é difícil”, disse Cherry “e o motivo para que eu chegue a essa conclusão é: você consegue apontar um app da Microsoft que seja bom, ou completo em termos de recursos? Se eles não conseguem, que chances um desenvolvedor independente tem de conseguir”?

O Windows 9 terá que combinar os ecossistemas do Windows Phone e Windows. Isto significaria menos trabalho para os desenvolvedores (embora o trabalho de adaptar um app de uma plataforma para a outra seja bastante fácil, diz a Microsoft) e daria aos consumidores um sinal de que a Microsoft está oferecendo um ecossistema maior no qual vale a pena investir.

Se eu soubesse que seria possível jogar um jogo de Windows Phone em um PC com Windows ou mesmo um Xbox 360 sem pagar nada a mais por isso, minhas chances de comprar o game seriam muito maiores. Apple e Google combinaram desde o início suas plataformas para smartphones e tablets. Embora a Microsoft tenha feito muito para unificar o software para smartphones e para PCs com recursos como a integração com o SkyDrive e o Xbox Music, estes esforços só tocam a superfície do que é possível.

A dura verdade para os veteranos

Muita de nossa discussão sobre o Windows 9 aceita a dupla premissa da marginalização do desktop e promoção da Interface Moderna. Estamos apenas sendo realistas: a Microsoft claramente vê futuro em sua nova interface, onde tem mais controle sobre os apps e serviços que as pessoas usam. Embora usuários de PC de longa data possam sonhar com um futuro onde os desktops tem sua própria versão do Windows, intocada pela Interface Moderna, na vida real as chances disso acontecer são mínimas.

No Windows 9 a Microsoft precisa deixar o legado do desktop para trás de uma vez por todas, enquanto ao mesmo tempo convence as massas a ver a necessidade deste passo pelos olhos da empresa. Para conseguir isso, o Windows 9 deve fazer com que a nova interface beneficie o maior número de usuários possível.

Não importam os detalhes, este é o futuro do Windows. E, fazendo mais um paralelo com o cinema, esperamos que a próxima versão seja mais parecida com o incrível: “O Cavaleiro das Trevas” do que com porcarias como “Batman & Robin”.

Microsoft lança serviço Xbox Music para concorrer com Apple


São Paulo – A Microsoft anuncia nesta terça-feira seu novo serviço de rádio e venda de música pela internet, o chamado Xbox Music, que procura concorrer com empresas já estabelecidas em diferentes setores da distribuição musical.

Amanhã, o novo serviço já estará disponível no console Xbox e, a partir do próximo dia 26, na nova versão do sistema operacional Windows 8, indicou a gigante tecnológica em um comunicado divulgado na última madrugada.

Com a criação do Xbox Music, a Microsoft competirá com os grandes serviços de venda de música digital pela internet, como os da Apple e da Spotify, e com rádios online, como a Pandora.

Segundo Microsoft, seu novo serviço buscará combinar em uma só porta todas as possibilidades de escuta gratuita, seja downloads pagos ou subscrição.

“Há muitos serviços separados que funcionam bem, mas, hoje em dia, não há um só que combine e reúna todas as possibilidades”, afirmou Yousef Mehdi, vice-presidente da Microsoft para Estratégia de Entretenimento Interativo.

O Xbox Music permitirá aos ouvintes escutar canções e álbuns, criar listas de música preferida e baixar legalmente as obras que desejarem. Como se trata de um serviço em nuvem, os usuários poderão escutar as músicas selecionadas de qualquer lugar e usando qualquer tipo de dispositivo.

O novo serviço da Microsoft virá pré-instalado com o Windows 8 e, em breve, também estará disponível como aplicativo para smartphones através dos sistemas operacionais Android e iOS.

Fontes e Direitos Autorais:  • Segunda-feira, 15 de outubro de 2012 – 09h05.